dezembro 29, 2012

The Wood


Nome: The Wood

Categoria: Super Junior
Classificação: +18
Gênero: Lemon, Amizade, Yaoi,  Tentativa Fail de Comédia.
Avisos: Sexo, Linguagem Imprópria, Nudez.


Notas Iniciais: Olá. Essa fanfic é toda e especialmente dedicada à Clear, maknae da Boom City ^^ Line. Obrigada por ser tão importante pra mim <//3 ~/ Wo ai ni.
Enfim, espero que vocês que leiam, gostem. 
Boa leitura.






Capítulo Único – Eu sou o lobo mau, lobo mau, lobo mau... Não pera.



— Eu simplesmente vou matar você, seu filho da puta —  estreitou os olhos enquanto esbravejava.
— Me matar?! Você vai realmente jogar a culpa em MIM? Ah me poupe salgadinho KyuHyun.
— Mas que porra, DongHae? — revirou os olhos e saiu andando, deixando-me com cara de tacho, encostado contra uma árvore gigante.
Falando na árvore, até que ela é bastante bonita... Mas não importa. O que importa é simplesmente o fato de eu e o idiota, escroto, ridículo, imbecil e acima de tudo, filho de uma ótima – devo comentar – puta do KyuHyun, estarmos perdidos no meio de uma floresta. Sim floresta. AH! E óbvio que segundo ele eu sou o culpado de tudo.
Vou recapitular a história completa porque olha: não ta fácil pra ninguém.
LeeTeuk hyung decidiu que deveríamos acampar, sei lá por que deuses ele decidiu uma coisa dessas. Talvez seja pra concretizar algum tipo de fetiche com Kang In hyung e... Ok, deixemos esse tipo de pensamento de lado. Enfim povão, foi por justa causa que todos nós entramos naquela droga de vã desconfortável do cacete e eu fui obrigado a ficar espremido entre as coxas gigantes e... Gigantes do KyuHyun e o zumbi do HyukJae em plena cinco da manhã de um sábado. Fora que SiWon ficou o tempo inteiro na cabeça da gente rezando e pedindo pra que quem estivesse dirigindo fosse mais devagar e não nos matasse antes dele se casar e ter dois filhos. Só se for se casar com KiBum né? Hehe.
Mas voltando: então nós — depois de horas de tortura física e psicológica — chegamos ao acampamento, seja lá o que for aquilo — talvez seja um chalé, hm?
Após chegarmos à lindeza de lugar, porque sim, o local era lindo – é lindo – e tudo mais, LeeTeuk deixou-nos ficar a vontade, logo assim que terminamos de ajudar a arrumar tudo, como as camas, as coisas pra comer e beber, etc. Foi então que Kang In e Hyuk começaram a gritar igual a dois babuínos bobocas balbuciando em bando assim que acharam uma cachoeira. Plágio? Não, apenas uma citação ótima de um livro ótimo. Se cortem.
Assim como eu imaginava na hora, metade do nosso grupo resolveu ir se aventurar na água, enquanto alguns poucos ficaram lendo, dormindo e cozinhando. Um desses poucos era Cho KyuHyun, que estava sentado perto de uma macieira fazendo o quê? Jogando, é óbvio. Ainda pego esse PSP e enfio no rabo dele. Ou posso enfiar outra coisa? Eita. Que ele nunca ouça isso.
Bom, foi então que eu chamei o escroto do maknae pra ir comigo andar pela floresta, já que eu não queria entrar na água e também não queria ficar sem fazer nada. Com muito custo eu consegui fazer aquele gordo levantar do chão e ir de bom grado me acompanhar pelo tour nos matos da vida.
Foi assim que nós nos permitimos andar por mais de três horas e meia após almoçarmos é claro, por toda a extensão que achávamos consideravelmente seguras. Faltava pro volta de uma hora para o entardecer e KyuHyun pediu para que voltássemos. Como ele estava sendo bastante amigável e até um pouco generoso, ou deveria dizer carinhoso? I don’t know, comigo, eu acatei o pedido sem frescuras, até porque eu estava louco para tomar um banho e ficar de bode em algum canto, de preferência numa cama, aquela que fica no meu dormitório e tal.
De qualquer forma, não foi o que aconteceu não é? Eu o puxei pela mão e começamos a caminhar de volta até chegarmos onde estamos nesse exato momento: comigo encostado na porra da árvore e ele rodando feito uma ameba no cio e me olhando com desespero e audácia.
— Escuta aqui, Cho KyuHyun — ele me encarou assim que comecei a falar — Se você pensa que ficar aí, no meio desse mato, rodando pra lá e pra cá feito um mongol vai adiantar alguma coisa, você está redondamente enganado. Você devia largar de ser besta e tentar me ajudar a achar o caminho de volta. 
Ele nada falava, apenas estreitava mais e mais os olhos, como se estivesse com raiva. Que se fo-da. 
— DongHae, cala a tua boca. Obrigado. — revirou as orbes e começou a andar. Suas mãos fechadas estavam levemente tremidas, como se ele fizesse um grande esforço para não me socar ali e agora. Grandes merda Mr. Fracote KyuHyun.
Ficamos andando em silêncio por volta de cinco minutos até que eu comecei a me sentir esperançoso. Lembrava-me de ter passado por aquele local. Se me recordo bem, em alguns metros haveria uma cabana...
— Kyu! Kyu! — gritei — Olha Kyu! — apontei para o pouco que aparecia da cabana. 
— Ai deuses, estamos perto, não estamos? — perguntou com um pequeno sorriso no rosto seco.
— Espero que sim. Eu lembro desse pedaço quando estávamos caminhando. — Ele concordou com a cabeça, deixando claro que também se lembrava do lugar.
Finalmente andamos tudo  que faltava e estávamos ambos, olhando para o telhado da casinha, dando graças aos céus por estarmos andando no caminho correto. Bom, relativamente correto. Minha boca se abriu no O mais gay que eu poderia ter feito, quando olhei para frente e me toquei de que não havia um único caminho, mas sim por volta de uns seis.
— Ca-ra-lho. — Kyu disse com a voz rouca de raiva.
Woah, isso foi sexy.
— Eu não acredito! Eu realmente vou matar você, seu filho da puta mor. — Gritou, fazendo-me dar um passo para trás, completamente pego de surpresa pela agressividade com a qual sua voz atingia meus ouvidos e com a qual seus olhos agora tão negros quanto carvão me encaravam. Que voracidade!
— Ah, faça-me o favor KyuHyun e vá catar coquinho, senão a gente vai morrer de sede. — disse dando de ombros. — Se bem que tem coisa melhor pra beber por aqui do que água.
— Oi?
Pelo amor que os deuses tem por mim e pelo sexo selvagem, eu não acredito que disse isso em voz alta. Não é possível, digam que não.
— Tipo chuva. — disse e na mesma hora que o som de um trovão preencheu nossos ouvidos.
— Ah.... Tinha entendido outra coisa. 
— E eu que sou o malicioso — revirei os olhos, sorrindo de canto.
KyuHyun pareceu ter esquecido o fato de estarmos perdidos no meio da selva e para minha surpresa, entrou casa adentro, deixando-me mais uma vez sozinho, perto de uma árvore. Qual é a dele com me deixar plantado próximo a esses troncos gigantes?
Deixei-o lá por vários minutos, apreciando somente a brisa gélida que começava a nos rodear, e amaldiçoando a chuva que estava prestes a cair. 
— Odeio você, chuva. — revirei os olhos, ao falar sozinho e dar um pequeno pontapé da raiz enorme que saía do chão.
— Deu pra falar com as plantas agora, DongHae?
— Porra, que susto, Cho. — disse com as mãos no peito, sentindo os batimentos cardíacos voltarem ao normal, graças ao estúpido ali.
— Eu particularmente gosto bastante quando você me chama assim. — disse enquanto se virava de costas para mim. — É bem fofo o bico que se forma em seus lábios.
Cho KyuHyun dizendo que eu faço algo que o agrada? Fim do mundo, tamôaí potranca.
— Tem um outro bico que fica muito mais sexy do que esse, certeza. 
KyuHyun se virou enquanto eu dava mil quinhentos e cinquenta e nove tapas na minha linda — e agora rosada — testa. 
— Seu cérebro mínimo deveria ao menos controlar a parte que domina sua boca grande. — sorriu torto, de uma maneira loucamente sexy, deixando-me sem ar por um mísero segundo. — Ou eu deveria ensinar à você como se faz? 
Nesse instante, um raio atingiu em cheio algum lugar ao redor de nós e ambos demos um pulo de susto pelo estrondo e pelo feixe absurdamente claro de luz. Em menos de um minutos as gotas pesadas e fortes da cuva caíam sobre nosso corpo quente e tal fato parece ter lembrado ao Senhor Sabe-Tudo que continuávamos perdidos.
— Acho melhor entrarmos... — sugeri, mas me arrependi de ter falado algo, assim que os olhos completamente ameaçadores de KyuHyun encontravam os meus. O céu estava nos castigando, só pode. Dei de ombros e o chamei com a cabeça, porém ele negou.
Caminhei em passos lerdos e vacilantes. Por mais que ele me irritasse em oitenta e cinco por cento do tempo, não queria que Kyu ficasse lá fora sozinho, na chuva. Ele pegaria alguma gripe, ou pior, alguma doença mais séria.
Ignorei essa linha de pensamento e adentrei à casa. Lá dentro tinha cheiro de mofo, bastante cheiro de mofo. Mas nada assassinante, por justa causa comecei minha averiguação. 
As paredes estavam bem detonadas, mas nada do que eu já não esperasse. O chão parecia instável e claro, não havia sinal de algo comestível por perto. Eu e Kyu deveríamos nos contentar com a água da chuva mesma. Ew. De qualquer forma, o barulho da água caía de maneira frenética e eu estava levemente preocupado com o gordo babaca lá fora. Num ato de amor ao próximo, saí de dentro da casa e me dei de cara com um KyuHyun com a cabeça encostada no tronco de uma árvore, e pelo que meus olhos conseguiam captar ele estava tremendo, de frio, acho eu. 
A água tocou meu corpo com tanta rapidez e pressão que chegou a doer, mas nada que eu fosse me importar agora. Tudo que eu conseguia reparar era em como a roupa do maknae egoísta estava perfeitamente colada ao corpo dele e como ele trincava a mandíbula de uma forma arrogante e linda.
Finalmente eu me encontrava ha apenas alguns centímetros longe dele, agora o babacão poderia me ouvir sem que eu precisasse gritar... Muito.
— Kyu-ah! — berrei propositalmente, chamando sua atenção. — Você é realmente um retardado. Dá pra fazer o favor de sair debaixo dessa chuva ou tá muito difícil? — perguntei com as mãos apoiadas na cintura.
O gordo maravilha me olhou com os olhos cheios de raiva e algo mais que não identifiquei no momento, e talvez nem quisesse. 
— A culpa é sua. — disse simplesmente, como que num rosnado. 
O som que saiu da sua boca junto com as gotas e o vento frio fizeram meu corpo inteiro se arrepiar. Isso é momento pra se sentir atraído, Lee DongHae? Qual seu problema?
— Por causa de você a gente tá perdido nessa droga de lugar e pelo visto ninguém vai vir procurar a gente enquanto essa chuva não passar. — seu corpo ficou ereto enquanto falava e me fitava com completo ódio, talvez de mim, talvez da situação. Ou talvez ambos. 
— Você está de zoação comigo não é? — respirei fundo. — Você vai ser audacioso nesse ponto, Cho? Vai realmente jogar essa palhaçada na minha cara? Vai mesmo dizer que a culpa é só minha? — mordi o lábio com raiva. — Você também foi irresponsável o suficiente por não decorar o caminho também.
— Se você não tivesse enchido a porra do meu saco para nós virmos, isso não estaria acontecendo. É óbvio que a culpa é sua! 
— NÃO FALE COMO SE EU FOSSE O ÚNICO CULPADO, SEU IMBECIL!
Antes que eu pudesse controlar, meu corpo já estava posicionado em frente ao dele, tão reto quanto e meu punho se chocava contra o rosto molhado de Kyu. Ele piscou os olhos, atordoado pelo meu comportamento repentino. 
Uma fúria crescia por dentro do meu peito. Quem ele pensa que é para sair dizendo essas coisas? Ele devia usar aquele cérebro egocêntrico dele para aprender a assumir responsabilidades também. Imbecil. Ridículo. Filho duma pata choca com câncer de colo.
Fechei os olhos por míseros segundos, apenas para puxar um ar e tentar amenizar a situação, porém antes que eu pudesse pensar em algo, senti a dureza de um tronco de árvore tocar minhas costas com força, machucando-me de leve. Olhei para frente e enxerguei um KyuHyun com a boca levemente avermelhada —  no canto direito, um filete de sangue se mesclava com a água da chuva — e com uma das mãos mantendo meu corpo contra a árvore. 
— Eu não acredito que fez isso, Lee. — disse, a voz ainda num rosnado extremamente sexy. — Acho que vou ter que te ensinar bons modos.
— Vai fazer o quê? Me colocar no seu colo e bater no meu traseiro até eu pedir pra parar? — perguntei com toda a audácia que eu consegui no momento. A escuridão sensual que envolvia os olhos dele no momento era algo que estava me distraindo facilmente.
— A parte do colocar no colo você acertou... — Passou um dos dedos sobre o leve corte e sua boca, fazendo uma expressão rápida de incômodo, e para minha sorte — eu acho — pressionou sua pélvis contra a minha, deixando-me a par de sua dureza...
Pelos deuses, Cho KyuHyun está excitado. Numa situação dessas? É definitivo, esse moleque tem sérios problemas. E quem sou eu para falar algo, não é mesmo? Já que na hora que ele roçou em mim, eu acabei soltando um baixo gemido.
— Porém não vou te bater até você implorar para que eu pare, — sua boca se aproximou da minha, que se abrira levemente numa esperança idiota e então foi até a minha orelha, onde ele continuou sua frase: — eu vou é te foder tão forte que você vai gritar por mais. 
Outro gemido escapou por meus lábios, e consequentemente Kyu apertou-se mais ainda contra mim, deixando sua excitação mais evidente e palpável do que antes. Para minha surpresa, ele afastou-se por completo, deixando-me mais uma maldita vez encostado contra a árvore, com cara de quem quer transar, completamente encharcado pela fucking chuva. 
Meu olhar encontrou o dele e o sorriso torto de quem vai aprontar estava ali, fazendo meus pelos eriçarem de forma automática. Suas mãos vieram rápidas e certeiras, puxando minha camiseta e jogando-a no chão. Sua boca apenas roçava contra minha pela agora desnuda e molhada, sem tocar de fato, o que me matava de ansiedade. Logo, seus dedos ágeis tocavam minha cintura, numa carícia leve, porém excitante, apertando-na de forma possessiva e sádica. Marcas ficariam ali, com certeza. 
— Isso é algum tipo de fetiche, Cho? — perguntei quando ele se afastou para arrancar a própria camisa. Minhas mãos me ajudavam a manter-me em pé, mesmo que encostado contra o tronco. 
— Já disse que gosto quando você me chama assim — suas mãos apertaram minha cintura novamente com mais violência do que antes —, mas eu te aconselharia a não o fazer.
— Por que não? — perguntei ofegante.
Senti sua risada soprada bater contra minha clavícula e finalmente seus lábios tocaram minha pele. Tal ato deixou-me quente, ensandecido. E era apenas um selar! Kyu depositava vários beijinhos ao redor da minha pele enquanto subia e ia até meus pescoço. Beijou toda a extensão, até chegar ao queixo, onde deu uma pequena mordida e por fim estava frente a frente com meus lábios. Para minha angústia, ele nem sequer fez a menção de me beijar, apenas olhou-me nos olhos para então dizer:
— Porque dá vontade de comer você. 
— Ah, é mesmo, Cho? — disse seu sobrenome com malícia e pude ver seu maxilar sendo trincado.
Ele levantou os olhos novamente, até ficarem na direção dos meus e eu decidi provocá-lo um pouco mais. Levei uma de minhas mãos até seu sexo rígido, e pude vê-lo arregalar os olhos surpreso e morder o lábio inferior prazeroso. Naquele momento, eu gemi por ele. E tal situação foi o suficiente para que a besta que vivia em Kyu aparecesse.
Sua boca enxotou-se contra a minha numa necessidade palpável de tão nítida. Sua língua era dominadora e exagerada, graciosa. Movia-se dentro de mim com tanta maestria que era impossível não desejar derreter e deleitar-me nos braços dele.
Mas é claro que agora não era hora nem local para romance, e foi com esse pensamento que eu permiti que minhas mãos deslizassem desde os ombros de Kyu até a barra de sua bermuda, abrindo-a rapidamente e permitindo que seu membro duro fosse liberado e entrasse no meu campo de visão. Sem nem sequer pensar duas vezes, minhas mãos foram até o sexo de Kyu, masturbando-o rapidamente. Seus gemidos eram altos incentivos para mim e minha mão, mas não o suficiente. Queria mais.
Assim, girei o corpo do maknae, colocando-o contra o tronco, e ajoelhei-me, abocanhando logo em seguida aquele mastro que despertava ânsias desesperadoras dentro de mim. Passei alguns minutos sugando-o, e foi quando então eu me encontrei desesperado por ele. Queria sentir Kyu do jeito mais íntimo e mais profundo que conseguiríamos. Meu desejo e necessidade era tão absurdamente intenso que eu me sentia próximo da morte caso não o tivesse em mim.
Talvez esse sentimento precário estivesse dentro de Kyu também, pois assim que minhas sucções diminuíram, senti meu corpo sendo levantado e agora minha calça jeans ia perna abaixo. Olhei para o Cho, que sorria, encantado, entorpecido pelo momento tanto quanto eu. Suas mãos grandes seguraram minhas coxas e eu tomei impulso, enroscando minhas pernas contra a cintura dele, permitindo que seu sexo tocasse minha área mais sensível e meu membro fosse esmagado por sua barriga; minhas costas ardiam pela fricção causada pela árvore, mas nada que eu fosse me preocupar agora.
Levantei meu tronco alguns centímetros, apenas para melhor posicionar Kyu em minha entrada. Assim que precisava apenas de um único movimento, Cho olhou para mim, como se esperasse um sinal, e eu, sem força de vontade para falar alguma coisa, apenas o beijei com avidez. 
Ele pareceu entender na mesma hora e em menos de um segundo, eu senti toda aquela extensão que antes estava em minha boca, preencher-me por completo. Sem dó ou piedade. A dor não era nada perto do alívio que era saber que ele estava dentro de mim. Meus gemidos e os dele entregavam o quão prazeroso era esse ato para ambos.
Kyu parou por um mínimo tempo, buscando ar de uma forma bruta, como se todo o oxigênio houvesse sido extinguido do planeta terra. E para falar a verdade, eu estava do mesmo jeito. 
Eu soltei um muxoxo necessitado, e Kyu passou a mover-se, para minha felicidade — e dele, óbvio. As estocadas do maknae permaneciam num ritmo forte, com precisão e eu sentia que não aguentaria muito. 
— Eu — gemeu ele — não vou conseguir segurar muito mais, Hae. — Estocou-me com mais força do que antes. — Você é tão delicioso que... Ah! — afundou seu rosto em meu pescoço sem nem sequer terminar a frase.
Seus gemidos perto meu ouvido me deixavam enaltecido. Como se quisesse me matar de tanto prazer, seus dedos lânguidos envolveram meu membro, masturbando-me no mesmo ritmo do qual ele, bem, metia. Pelos deuses, eu estava chegando ao limite!
Soltei um gemido sôfrego, como se fosse um aviso de que ele estava tocando nos lugares certos e de forma correta. Apertei-me contra o sexo dele, esmagando-o dentro de mim, da mesma forma que ele fazia comigo em sua mão.
E foi como se ambos entrássemos em combustão ao mesmo instante. 
— Cho!
— DongHae! 
Gritamos juntos o nome alheio, enquanto nos permitíamos desfalecer ao redor da árvore, ainda sentindo o frio da água da chuva bater contra nosso corpo quente, infernal. O senti puxar-me para si, encostando-me contra seu peito úmido. Suas mãos acariciavam minhas costas um pouco machucadas como se pedisse desculpas mudamente, uma vez que nunca o faria em voz alta.
Logo, descolei-me de si, e peguei a bermuda encharcada, obviamente, de Kyu e a dei para ele.  O maknae aceitou de bom grado e a vestiu, enquanto eu fazia o mesmo com minha calça. Por mais que estivessem extramente molhadas, era melhor do que ficarmos nus, no meio do mato.
Para minha surpresa — mais uma nesse longo dia — o idiota puxou-me novamente para perto dele, colando meu rosto contra o peito nu, ainda um pouco quente. A chuva estava extremamente rala agora, parava aos poucos, revelando novamente um céu parcialmente límpido, uma noite linda. E no meio do nosso silêncio gotoso e confortável, KyuHyun soltara um pequeno espirro, o que fez com que eu risse baixinho, antes de dizer:
— Eu disse que você era um retardado por ficar na chuva, Cho.
Ele apenas revirou os olhos e selou nossos lábios uma última vez antes de ouvirmos a voz de Kang In nos chamar ao longe.
Postado por Scarlett Lefévre às 13:44

1 comentários:

Velho eu to rindo desde a primeira linha HDSAUFHAUSHFUAHDSUFHSDAUFHAUDHG
Pra começar esse "filho de uma ótima – devo comentar – puta do KyuHyun" me pergunto vagamente como ele sabe disso...

Teuk com fetiche sexual, SiWon rezando, Kang In e Hyuk gritando feito babuínos bobocas balbuciando em bando(OMG SDUAHUSHFUADHUGHDUHG)... Me acabando de dar risada aqui SHUHASUFHUDSFG

Enfiar outra coisa no rabo dele né seu saliente DHIASUHIDFASDAFIYSF
"Fim do mundo, tamôaí potranca" SHDUAHSUFHUS MORTA~
"— Vai fazer o quê? Me colocar no seu colo e bater no meu traseiro até eu pedir pra parar?" Muito 50 tons isso KKKKKKKKKK

Porra saudades meus ovários...

Muito(muito MESMO) boa essa one *-*
Você realmente deveria colocar comedia no gênero kkkkkkkk
Pera que to até com calor UHSFHUHSDFUHDAUFGS

Kyu já está com segundas intenções desde que o Hae veio espremido estre aquele monumento que ele chama de coxas(me gusta 66')
Eu sei que você gostou disso DongHae. Hmmmm

Amei de paixão *-* apesar desse couple não ser muito a minha praia( estou repensando isso depois desse capitulo...) e.e

PS:Saliência nível: Yanndra
(Parei)
Bejocas ^.~

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