janeiro 18, 2013

Auditory Sweet Auditory.


Título: Auditory Sweet Auditory




SinopseKim HeeChul nunca imaginou que cederia aos pecados da carne, ainda mais com seu ex melhor amigo, ou não tão ex assim. Porém o que seria para acontecer entre duas pessoas, sozinhas em algum lugar privado, acaba ganhando um espectador.
Classificação: +18
Categorias: Super Junior.
Personagens: HeeChul, HanGeng, KyuHyun, Zhou Mi.
Gêneros: Lemon, Romance, Yaoi.
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Amizade.






Capítulo Único - Spotlight


— Olá meninos.

A voz da doce Senhora Han preencheu o ouvido dos dois adolescentes que se encontravam sentados numa grande mesa de vidro, depositada numa espaçosa e aconchegante sala de jantar, que na sua maioria servia também como local de estudos para o primogênito da família e seus amigos.

— Olá mãe — respondeu o mais novo dos dois garotos que ali estavam. — Como foi seu dia?

— Cansativo, mas fora isso foi produtivo — sorriu-lhe enquanto colocava suas várias sacolas em cima da bancada da cozinha, no cômodo ao lado. — E você Kim, está bem, querido? 

— Sim, senhora Han — passou as mãos nos cabelos sorrindo de canto. — Há muito não a vejo. Está cada vez mais bonita — sorriu com os olhos, sincero.

— Oh HeeChul! Não seja tão galanteador — riu com as mãos na boca, envergonhada e completamente adorável. 

O jovem Kim apenas sorriu mais uma vez enquanto abaixava a cabeça, numa reverência rápida e educada.

— Deixarei vocês estudarem mais um pouco, antes de chamá-los para jantar...

— Não será necessário — HeeChul a interrompeu — eu já estou de saída.

— Não senhor, jante conosco — pediu.

— Fica para uma próxima vez... Obrigado.

Dito isto, o menino de cabelos negros levantou-se da mesa, arrumando rapidamente seu material escolar previamente espalhado pelo recinto, colocando-os na sua mochila cor de vinho, para então dirigir-se ao seu colega de classe:

— Até amanhã, Han.

— Eu te levo na porta — levantou-se também. — Já volto, mãe! —  gritou.

Os dois meninos andavam devagar, atravessando os longos corredores da mansão dos Han sem dizer uma única palavra. Era quase sempre assim, na frente da Sra Han, ambos eram quase que melhores amigos, mas era só estarem sozinhos para um estranho silêncio se instalar entre eles, o que incomodava o mais velho de uma maneira absurda. E obviamente ele nunca deixaria que o louro percebesse seu desconforto, agindo então como se aquilo fosse completamente suportável e talvez até esperado. 

Era estranho se lembrar de como eles costumavam ser verdadeiramente amigos antigamente. Mesmo depois de que eles entraram na estranha fase da puberdade e terem que se acostumar com aquele turbilhão de sensações e coisas bizarras das quais não tinham com quem conversar. Fato que nunca foi de grande problema para ambos, uma vez que raramente conversavam sobre isso. E foi por justos motivos que HeeChul sempre esteve com um pé atrás em relação ao colega. Diferente da relação com todos os outros meninos, o chinês e o coreano raramente falavam do assunto trivial mais conversado entre os garotos das demais idades: sobre mulheres.

E deveríamos? Questionava-se HeeChul em pensamento. 

E mais uma coisa podia-se somar a este dilema, o simples fato de que não importasse quantas vezes os dois meninos sentassem junto dos demais na arquibancada da escola, ou num barzinho em uma esquina qualquer enquanto seus pais achavam que estavam todos na igreja, para mais uma missa da noite, quando na verdade estavam falando sobre mulheres e observando os traseiros magros e ridículos que passavam por ali, como se aquilo fosse algo que emocionasse a ponto de fazer com que os pênis de ambos se enchessem de sangue e subissem, obrigando-os a pedirem licença e correm para se tocar no banheiro mais próximo Por deuses, não! O que realmente ocorria era de toda vez que um pusesse os olhos no outro, a energia ali contida e não entendida fosse tão alta que poderia abastecer uma cidade inteira. 
E oh, como isso soava errado para eles. 

Talvez por isso o orgulho do mais velho fosse um alvo tão fácil de ser atingido e demasiado sensível. E talvez por esse motivo que o mais novo gostava tano de implicar com o moreno. E é pela junção desses dois motivos que ambos haviam se distanciado da amizade sincera que antes tinham para essa coisa esquisita que eles nem sequer sabiam denominar. 

Um misto de amizade com um protótipo de desejo de não amizade que na mais verdade nua e crua era um desejo oculto e gritante que machucava o âmago de seus egos, de suas almas, digerindo-os vivos a cada troca de olhar secreto e repleto de oitavas intenções que tentavam ao máximo evitar, nas próprias frígidas concepções. 

— Qual foi, Kim? — o mais novo perguntou ao chegarem perto da espécie de coreto fechado que tinha a aparência de uma estufa, embora não houvesse quase nenhuma planta ali dentro.

— Qual foi o que, criatura? — disse, a voz entediada.

— Por que 'tá indo embora se nós nem terminamos o trabalho ainda? 

— Só falta a capa, Han. Faço isso assim que chegar ao meu quarto — disse, a voz soando um pouco ríspida.

— Isso tudo por que minha mãe chegou? — zombou. Ou pelo menos tentou.

— Realmente... — virou os olhos. — Na verdade é porque é um estorvo ficar no mesmo local que você, Han. Sua presença é desprezível e eu quero me poupar de ter que ficar de encenação na frente da sua mãe — olhou para a janela do quarto da mãe de Han que se acendera, e logo voltou seu olhar para as orbes penetrantes do menino, no mesmo instante em que um relâmpago ocorreu. — Ela sim é uma boa pessoa.

— Me poupe das suas infantilidades, Kim. Venha cá — puxou o mais velho por um dos braços, carregando-o para o coreto, fechando a porta em seguida.

— Eu vou pra casa, Han! Vai chover e eu não estou nenhum pouco afim de molhar meu lindo e macio cabelo, — passou a mão pelo mesmo — até. 

Antes que o garoto de cabelos negros pudesse raciocinar, seu corpo estava girando em 180° e chocando-se contra uma das pilastras interiores do local. Seu rosto esbarrava contra algumas folhas de uma planta qualquer que ali havia para enfeite, e a surpresa em seus olhos era evidente. Não que ela fosse pela violência gratuita que acontecia ali, mas sim pela forma como  o chinês pressionava a pélvis contra a parte traseira de HeeChul, deixando-o bastante a par do quanto ele gostava daquela situação.

— Ha-Han... Han Kyung! — Gemeu o mais velho no mesmo instante em que um raio atravessava alguma parte da cidade e os barulhos se misturassem.

— O que é, Kim? Vai dizer que nunca quis estar assim comigo? — pressionou novamente a pélvis enquanto fazia o corpo do mais velho gentilmente virar-se, ficando enfim frente a frente. 

— Não! — mentiu.

— Seus olhos dizem outra coisa. — Aproximou-se seu rosto de leve, sentindo como o hálito do mais velho chegavam até seu nariz, o preenchendo com um cheiro forte, porém delicado, assim como o próprio Kim. 

A boca do mais velho estava levemente entreaberta, ansiosa pelos toques das do chinês, mesmo que seu orgulho estivesse gritando para que ele o empurrasse e saísse dali as pressas, ou então para que lhe desse um soco bem dado a ponto de sangrar naquela carinho de anjo que o louro tinha. Mas sabia que não conseguiria, não enquanto as mãos do maldito estivessem tocando sua cintura de forma tão possessa e carinhosa, o que o fazia derreter aos poucos, desejando moldar-se a ele naquele instante e só se arrependeria quando a sanidade voltasse a si. 

O que pode ser melhor que desejo carnal puro? Pensou, enquanto encarava aqueles olhos que agora brilhavam de malícia e ele sabia que havia ferido seu orgulho naquele instante. Ambos haviam, de certa forma. Mas quem se importaria? Os dois certamente que não.

Com esse tipo de pensamento que HeeChul e HanGeng tocaram simultaneamente a nuca alheia, colando enfim seus lábios num beijo desejado ha tanto, num beijo que servia como punição, de tão bom que doía. As unhas de Kim arranhavam e puxavam a pele descoberta do chinês que encontrava pelo caminho, como um assassino que tortura sua vítima, como um viciado que toma a quinta dose de sua droga favorita no dia. Era prazer e dor, mas os dois masoquistas ali não se importavam. A única coisa que importava era como a excitação dolorida do mais novo roçava contra a já formada ereção do moreno, causando uma fricção maravilhosa e que explodia como os trovões ao redor.

HanGeng desceu os lábios então para o queixo do mais velho, enquanto com uma das mãos segurava o pescoço deste como se fosse o estrangular, fazendo-o ficar com o pescoço erguido ao ofegar.

— Diga Kim. Diga que nunca desejou ter meu lábios passeando pelo seu corpo — mordeu-lhe o queixo, descendo com seu rumo e beijando-o no pescoço, mordiscando a pele. — Diga que nunca desejou saber como era me ter colado a você, te dando tanto prazer que você imploraria pela morte — as mãos desceram pelo tórax do moreno, tocando-lhe brevemente os mamilos inchados, provocando um gemido em uníssono.  Diga que nunca imaginou como seria me ter enterrado em você, Kim.

Ao dizer isso, os braços do mais velho agarraram-se ao pescoço do louro, enquanto suas pernas se moviam por conta própria, enlaçando-se contra a cintura do chinês, aproximando ainda mais os sexos, causando um atrito mais forte e mais intenso. HanGeng gemia durante o beijo por culpa dos movimentos do corpo do mais velho, e isso foi o suficiente para fazê-lo tirar suas mãos da bunda de Kim e sentá-lo sobre um dos corrimões do coreto, que agora os protegia da chuva impertinente que lá fora caía.

O mais novo alisou as coxas do moreno com gosto, passando as poucas unhas por ali, causando arrepios em cada parte do corpo de Kim, que por tal motivo beijou-o com o triplo de fúria. Vendo isso, HanGeng não demorou-se a levantar a blusa de seu colega, abaixando os beijos para seu pescoço, pela sua clavícula até chegar a um dos mamilos, recebendo um pequeno gritinho de aprovação de Kim. Ao ouvir tal som, as mãos do mais novo desviaram das coxas e foram até o cós da calça que este usava, desafivelando-a e permitindo que agora tocasse a ereção do moreno de forma mais íntima e deliciosa. Não que fosse como queria, pois ainda desejava mais do que aquilo. 

Foi então que HanGeng olhou para a janela de casa e mesmo com a forte chuva vira a luz do quarto de sua mãe se apagar e soube naquele momento que deveria parar de tocar o sexo de HeeChul de forma tão intensa e se separar dele, mas era difícil. E como! Sentia como se nunca quisesse desgrudar daquele homem, daquela pele. E não havia feito nem metade do que gostaria! Bufou ao cortar o último beijo. Feito isso, olhou para Kim que estava estupefato com a situação e saiu, sem sequer olhar para trás. Saiu no meio da chuva, pouco se importando com o fato que estaria encharcado em poucos segundos.

XX

Kim HeeChul batia a cabeça contra a mesa em que estudava, completamente louco para o bater do sinal. Sua testa já doía, mas ele pouco ligava. Não havia olhado na cara de HanGeng desde que chegaram na escola, e faria de tudo para evitar contato com ele agora e talvez pelo próximo mês. Bom, talvez até que a tensão sexual e a vergonha pela noite passada passassem. HeeChul estimulava que ele provavelmente nunca mais falaria com o chinês, pois jurava que um dia ambos entrariam em combustão só por se olharem com olhos tão mal intencionados. 

— Olá, Jeremy  disse um homem alto e magro, cujos cabelos castanhos batiam na metade da cintura sedosamente. — Posso dar um recado para quatro alunos seus, por favor?

— É claro, Michael — o professor que dava sua entediante aula de física respondeu simpático.

— Han, Kim, Cho e... Onde está a In Hee-ah? 

— Não veio — HanGeng deu de ombros ao responder.

— De qualquer forma — Michael continuou — eu preciso que vocês fiquem um pouco depois do horário para ajudar o pessoal do oitavo e nono ano a treinarem para a apresentação de semana que vem — piscou maroto, sabendo que em menos de milésimos de segundo ouvira muxoxos e reclamações dos três.

— Hoje, Michael? Sério? — HeeChul bufou. 

— Ninguém te merece, velhote — dessa vez foi KyuHyun quem dissera, causando uma risada esganiçada do professor de Artes Cênicas.

— Eu sei. Quem mandou serem meus melhores? — Reverenciou-se para o outro professor e saiu da sala antes que os meninos pudessem retrucar. 

Em menos de cinco minutos, o sinal tocava liberando todas as turmas do turno da manhã para o que eles chamariam de liberdade. Os três garotos se olharam ao sair da sala e dirigiram-se para a cantina, onde Kim comprou algo para beber, assim como Han. Deu de ombros e voltou sua atenção para o percurso que tinha que percorrer até o auditório. 

Após subir até o quarto andar do grande colégio em que estudava, Kim finalmente enxergou a porta do auditório, que encontrava-se entreaberta, de forma que ele abrira e dera de cara com o primogênito dos Han sentado no meio do grande palco, com uma lata de refrigerante na mão, da qual ele levava à boca nesse exato momento. Quando os olhos do chinês caíram sobre o corpo bem marcado pelo uniforme do mais velho, ele sorrira malicioso.
Antes que pudessem dialogar ou trocar farpas, ou qualquer outra coisa, Michael adentrava ao local com o menino Cho e a sua trupe de meninos e meninas que se achavam donos do mundo só por terem catorze anos nas costas. Kim rolou os olhos com o pensamento e viu HanGeng levantar-se e juntar-se a si na frente do palco, ao lado de Michael e o mais novo da turma deles.

Aproximadamente uma hora e meia se passou, e foi somente assim que Michael finalmente deu-se por satisfeito e dispensou todos os alunos finalmente. Ele e os três mais velhos ficaram na grande sala arrumando algumas das coisas que acabaram por ficarem desorganizadas, mas nada grandioso.

— Obrigado, meninos. De verdade — disse Michael ao alisar os cabelos do Cho.

— Você é quem manda, dude — Han respondeu
, com ar superior.

Babaca. HeeChul expirou fortemente, e logo em seguida deu um dos seus sorrisos mais formidáveis para o professor que saía da sala acenando, realmente feliz.

— Então, o que tem pra fazer agora? — Cho perguntou, porém antes que qualquer um pudesse responder qualquer coisa, um toque estridente invadiu o local, e logo as mãos do menino mais novo puxaram um celular do bolso do mesmo; ele olhou o visor e sorriu de canto. — Zhou! — seu sorriso se alargou ao ouvir o garoto do outro lado da linha pronunciar seu nome daquela forma tão única. — Estou na escola. É, ainda — riu soprado. — Você está vindo pra cá? Ok, eu te encontro lá embaixo... — desligou, virando-se para os outros dois. — Hm, eu já volto, falou?

O louro apenas concordou com a cabeça, enquanto Kim observava o outro sumir porta afora. Um desconforto logo instalou-se em seu corpo, de uma forma nojenta e pecaminosa. Ele sabia muito bem a causa do desconforto e bufou ao ter que admitir isso. 

— Então... — começou — vou indo nessa. Até mais, Han. 

Disse e pôs-se a andar rapidamente em direção a porta, mas o chinês foi mais rápido e pela segunda vez em menos de vinte e quatro horas, o jovem Kim tinha seu corpo imprensado contra alguma superfície lise e gelada. O calor do corpo do mais novo que roçava mais uma vez contra o seu era o suficiente para esquentar seu corpo por completo e espantar qualquer pensamento contrário àquela situação que fosse. 

— Acho que não terminamos isso ontem — disse o chinês ao virar o corpo do mais velho para frente de si, ainda apertando-o com as coxas. — Não, Kim, não adianta dizer que terminamos sim, porque não. Eu não fiz nem metade das coisas que quero fazer com você — mordeu os lábios então sorriu de lado.

Nesse instante, algo dentro de Kim se rebelou, pronto para contra atacar o chinês de todas as formas possíveis e necessárias. Ele não deixaria seu corpo cortá-lo de sua falsa modéstia e de sua personalidade astuta e cara de pau. Ele não deixaria o fato de que a pélvis daquele idiota louro o fizesse se derreter como um pedaço de manteiga deixado ao sol. Ele tinha seu orgulho e jogaria o jogo. E se deleitaria com ele no fim.

— Ah é? E o que você quer fazer comigo? — perguntou, ajeitando a própria postura e ficando do jeito que uma cobra fica minutos antes de atacar, empinada e cheia de glória e claro, beirando veneno, enquanto lambia os lábios e percebia os olhos de Han seguirem o caminho que sua língua trajava. 

HanGeng sorriu de ado, provavelmente sacando as intenções do mais velho; os olhos transbordando o veneno que Kim carregava nos lábios.

— Para início de conversa, eu quero usar minha língua em você.

HeeChul ofegou e logo então engoliu seco, e mesmo percebendo isso, o mais novo continuou seu jogo oral:

— Vou lamber você inteiro, Kim. Vou te viciar em mim, e tenho certeza que vou me viciar em você — alisava os braços descobertos do mais velho, apertando-os de leve, enquanto  continuava a sussurrar cada uma daquelas obscenidades — porque você é simplesmente delicioso. 

O gemido de prazer que escapou dos lábios do mais velho foi o suficiente para acabar com qualquer coisa que estivesse impedindo HanGeng de grudar seus lábios aos dele. E assim que as bocas se chocaram as línguas abraçaram-se, ao mesmo tempo em que o corpo de ambos entrava lentamente em combustão. As pernas do mais velho estavam agarradas à cintura do louro daquela forma torturante e gostosa que os dois garotos tanto apreciavam.

Num gesto rápido e feito sem pensar, digamos assim, o corpo do jovem Kim chocou-se contra o chão duro do palco do auditório, e o moreno deixou-se relaxar naquela extensão gelada e dura. Não era nenhum pouco desconfortável, não enquanto os lábios do mais novo estivessem tocando sua barriga daquela forma tão íntima e sexual, depositando leves mordidas e chupadas, enlouquecendo-se e enlouquecendo-o. 

As mãos longas e macias de HanGeng tocavam as partes que seus lábios não conseguiram no momento e subiam. Subiram até encontrarem os mamilos já enrijecidos dos mais velho, apertando-os e fazendo-o gemer alto em resposta. Como consequência, a ereção do chinês pulsou em sua roupa íntima, dolorosamente delicioso. 

Os beijos continuavam a acontecer, e agora beiravam ao cós da calça jeans que Kim trajava. Ao sentir os lábios do mais novo tocarem seu sexo rijo por cima do pano pesado, o mais velho arregalou os olhos e apoiou-se nos cotovelos, querendo ensandecidamente ver aquilo. Queria ver como era a boca rosada do chinês em torno de seu falo duro e pulsante, como seria ver seu pré-gozo se misturando a saliva dele de forma tão erótica. Queria ver seu gozo escorrer por todo aquele rosto, por todo aquele corpo. 

HanGeng olhou para o mais velho como se buscasse alguma objeção, e como não a encontrou, seguiu os olhos para o volume aparente naquele tecido e sua boca molhou-se em expectativa pelo que estaria embaixo de tudo aquilo. Com essa determinação, abriu o botão daquela importuna calça, deslizando o zíper com uma calma que beirava ao desespero, e lentamente abaixou o pedaço de roupa, deixando-a apenas no meio das coxas, afinal de contas, estavam em um lugar público e tinha todo um perigo. Sem dar mais a mínima para esses pequenos detalhes, o louro tocou aquele pedaço de carne endurecido por cima do pano fino da cueca azul que agora estava levemente umedecida na área onde a glande estava depositada. A boca de HanGeng entrou em trabalho de superprodução de saliva e sem conseguir esperar mais um pouco, abaixou aquele pano e mergulhou sua cavidade oral naquele membro tão maravilhoso que havia passado por suas mais intensas fantasias sexuais. E como a realidade era melhor! 

O chinês pôs-se a chupar a ereção do mais velho, pouco se importando com o fato de que ele gemia compulsivamente e tombava a cabeça para trás, mordendo os lábios numa tentativa esdrúxula de tentar diminuir seus ruídos. HanGeng masturbava-o com maestria enquanto sua língua o acariciava inteiro, explorando todos os cantos e brincando com a área. HeeChul mordeu os lábios com força e olhou para o chinês, que o encarava enquanto o lambia despudoradamente e sem a menor culpa. Tal visão fez com que Kim quase chegasse a um dos orgasmos mais intensos que poderia ter...

— O babaca do Zhou Mi disse que estava chegando, mas aquele viado ainda nem sequer saiu de casa... — a voz do mais novo dos três adentrou à sala, num estrondo que assustou os dois que se encontravam numa situação um tanto quanto constrangedora.

E assim que ele pôs os olhos naquela cena, engasgou-se com a própria saliva, além de morder de leve a ponta da língua. Ele encarava os dois meninos completamente estupefato. 

Como poderiam estar fazendo tal coisa no meio do auditório com a porta destrancada? Pensou, enquanto mordia o lábio inferior por dentro. 

Para a surpresa de dois ali presentes, o chinês não parou de sugar o falo do mais velho, e um gemido de surpresa e certamente vergonha deixou o lábios de Cho KyuHyun e do próprio Kim. Ao ouvir aquele grunhido manhoso e necessitado explodir da garganta do mais novo, HanGeng deixou que seus lábios se afastassem do sexo do moreno e olhou para ele com um sorriso tão filho da putamente sedutor e cheia de milésimas intenções, que Kim não pode fazer nada mais, nada menos que retribuir tal gesto e entrar no jogo. Porém o novo integrante do desafio encontrava-se parado o pé da porta, pálido e corado, ao mesmo tempo, por mais bizarro que seja.

— O... — abriu a boca tentando concluir ou começar alguma frase conexa, mas ainda estava surpreso demais. 

HanGeng revestiu a cueca do moreno, tampando sua ereção novamente e levantou-se. Os dois garotos que antes estavam quase se comendo no meio do palco puseram-se lado a lado e olharam para KyuHyun como se ele fosse um Oásis, pronto para saciá-los. E talvez ele de fato o fizesse. Tal pensamento o fez morder os lábios novamente. Percebendo tais reações, os dois meninos andavam em direção à ele, como um leão faminto que persegue sua presa, ambos se mexiam completamente sincronizados e com as mesmas más intenções.

— Michael aproveitou e me pediu para trancar o auditório para ele... — disse rapidamente num fôlego só, enquanto levanta uma das mãos, que continha o molho de chaves do local e fazendo o louro rir do desespero do mesmo.

— Ora, ora. Ficamos felizes em saber que você tem a chave — HeeChul disse com um sorriso maligno moldando seus lábios divinamente desenhados; seus dedos ágeis retiraram o chaveiro da mão de Kyu. — Assim é uma garantia que ninguém nos pegará aqui — piscou e virou-se de costas, indo em direção à porta, trancando a mesma e fechando a pequena cortina que servia para fechar o pequeno pedaço de vidro que cobria uma mínima parte da porta, mas que permitia que quem quer que fosse, visse parte do que acontecia lá dentro.

O chinês rodeava o corpo do mais novo, como se estudasse seus movimentos, suas reações. Deixava com que sua respiração batesse contra o pescoço à mostra do garoto de cabelos cor de cobre. HanGeng percebia como e ele ofegava e percebeu o sobressalto que ocorreu em seu corpo quando as mãos de HeeChu tocaram a cintura deste, mesmo que de leve.

— Hm, está tudo bem, Kyu? — O jovem Kim perguntou, com uma inocência completamente fingida.

— É claro, por que eu não estaria? — rebateu.

— Porque você está levemente suado — tocou a testa do mais novo, alisando-o enquanto o encarava com todas as intenções explícitas em seu olhar. 

HeeChul olhou para HanGeng, que sorria de canto, antes de prosseguir:

— Que tal ficar mais suado ainda? — e mordeu a orelha de KyuHyun, fazendo-o grunhir de prazer.

— Até porque o Zhou Mi deve demorar até chegar aqui, não é mesmo? Podemos muito bem nos divertir enquanto esperamos — HanGeng disse e colou seu corpo ao lado que Kim não ocupava do corpo de KyuHyun.

HeeChul beijava levemente os ombros do mais novo, e subia lentamente os lábios pelo pescoço do mesmo, mordiscando de leve, e ouvindo as palavras diretas do chinês, quando ele terminou, sua boca já estava na bochecha do garoto. Ele ofegou e olhou nos olhos de Kim, o que foi particularmente sua sina.

— Não adiantar negar que não nos quer, Cho — disse enfim, e beijou o maknae lentamente, deixando que ele respondesse àquela carícia. 

E assim foi. KyuHyun virou um pouco o rosto, fechando os olhos e permitindo-se abrir a boca, moldando-se a de Kim perfeitamente, fazendo as línguas lutarem contra si de forma primordial e elegante.  Logo KyuHyu tinha sua mão presa à nunca do mais velho, puxando-o mais para si, enquanto as mãos do chinês levantavam sua camiseta, revelando seu corpo macio. 

HeeChul partiu o beijo e desceu os lábios para a clavícula tão apetitosa do menino, mordendo o local, e chupando de leve. Tal ato fazia com que Kyu gemesse baixinho de vez em quando. Os sons aumentaram quando o garoto se deu conta de que o louro mordiscava sua cintura e alisava seus mamilos com as mãos, apertando-os  de uma forma deliciosa.

Antes que pudesse se dar conta, KyuHyun deixou seu corpo ser guiado até o palco, onde fora cuidadosamente posto ajoelhado em frente aos dois garotos, que mordiam os lábios avermelhados e inchados. Kim arrancou a própria camisa rapidamente, e assim fez com a de HanGeng e logo em seguida, alisou o peitoral deste, sentindo sua maciez. O chinês, completamente dentro das sensações arrastou o moreno para mais um beijo de tirar o fôlego. KyuHyun ofegou enquanto observava como aquelas línguas se conheciam e como se degustavam de forma tão explícita; não pode evitar sentir suas partes íntimas latejarem rapidamente.

O mais velho cortou o contato, virando-se para KyuHyun, e então tirou a camisa deste. Agora todos tinham seus bustos a mostra e não seria só aquilo, com toda certeza. Os dedos ágeis do louro tocaram a calça de HeeChul mais uma vez e este não se assustou dessa vez, apenas deixou que o chinês abrisse mais uma vez sua calça, ajudando-o a retirá-la por completo. 

HeeChul encontrava-se trajando apenas sua cueca, e faria o mesmo com o chinês. E assim foi. Os dois meninos se encararam, sorrindo maroto. E como se lessem os pensamentos um o outro, o coreano e o chinês olharam para o mais novo, que tinha um sorriso brincando no canto dos lábios, como se não acreditasse que aquilo de fato estava acontecendo.

O chinês aproximou-se de KyuHyun, assim como HeeChul e eles puseram-se a retirar cada peça de roupa do corpo do mais novo, deixando-o apenas na sua boxer branca. Cho se sentou, mas logo sentiu as mãos do moreno tocarem seu busto, empurrando-o contra o piso gélido do palco recém reformado. Consequentemente o toque frio do chão com o calor do próprio corpo e das mãos de Kim causaram um arrepio intenso no corpo de Kyu, que gemeu baixo.

HanGeng sentou-se na pélvis do mais novo, fazendo-o arregalar os olhos por pura surpresa e moveu-se contra a ereção do garoto. Um grunhido de prazer deixou os lábios de Kyu quando ele sentiu seu sexo tocar a bunda do chinês, moldando-na, mesmo que por cima do pano. Mas como tudo que é bom dura pouco, HanGeng deixou de encostar-se àquela área do corpo de Kyu e desceu para as pernas, ficando com o rosto próximo ao membro do mais novo, beijando-o rapidamente. 

HeeChul alisou o peito de Kyu, beijando-o em seguida. Os lábios rosados descendo por toda a área do corpo do menino, até encontrarem os do chinês. Eles se olharam e mais uma vez, como se lessem o pensamento um do outro, abaixaram juntos a roupa íntima de KyuHyun, libertando a ereção do mesmo. Kim segurou aquele sexo rígido e molhado com uma das mãos e olhou para Kyu, sorriu delicadamente e encarou então os olhos de HanGeng, que parecia encorajá-lo a continuar aquela brincadeira. 

HanGeng tocou a mão de Kim, acariciando-a gentilmente. Logo levou a boca até os lábios do moreno, beijando-o simplório. Quando tentou afastar-se, HeeChul por algum instinto ou coisa parecida seguiu-o com a boca, na tentativa de não a desgrudarem, porém quando se deu conta, os lábios do chinês estavam tocando a glande de KyuHyun, e consequentemente tocavam sua boca também. HeeChul riu soprado quando percebeu o que acontecia e sem nem se importar, levou a língua até o membro do mais novo, lambendo a extensão. 

Ouviu um suspiro pesado deixar o corpo dos dois garotos, e sorriu enquanto continuava lambendo aquele local. HanGeng então percebeu que estava apenas encarando a imagem do mais velho e decidiu fazer o mesmo. KyuHyun gemia enquanto os dois meninos lhe lambiam sem a menor vergonha. 

A língua de HeeChul por alguns momentos encontrava a de HanGeng e aquilo era o suficiente para eles darem pequenas pausas e se lamberem também. Numa dessas pausas, assim que o chinês descolou sua língua na do moreno, ao invés de voltar para a ereção do mais novo, a boca de HanGeng desceu até encontrar os testículos do garoto, onde os chupou rapidamente, e então continuou a descer. Com auxílio das mãos, o chinês abriu um pouco as pernas de KyuHyun, onde encontrou-se enfim com a cavidade do garoto. Sem pestanejar, lambeu-lhe ali, ouvindo um grito de aprovação. 

HeeChul ao ouvir tal som, parou de chupá-lo para observar o que o outro fazia e gargalhou uma única vez em alta e boa voz enquanto encarava a expressão de prazer que corria pelo rosto do mais novo. Decidiu então parar de vez de estimulá-lo oralmente, se não ele terminaria com o prazer antes dele de fato ter começado. 

O moreno encarou o chinês, acariciando os cabelos louros deste. HanGeng o olhou e retirou a boca da entrada de KyuHyun. HeeChul então acariciou a bunda do maknae, percebendo como ele estava umedecido pela boca do chinês, e então sem avisar nem nada, enfiou um dos dedos lânguidos e graciosos dentro do corpo do mais novo, fazendo-o gemer alto. HanGeng riu e pôs-se a enfiar também um dos próprios dedos, fazendo-o gemer mais alto que antes. 

HeeChul perguntou-o se estava tudo bem e ele apenas murmurava palavras desconexas, completamente entregue às sensações. O moreno então penetrou-o mais um dedo. KyuHyun gemera novamente; HanGeng olhou para Kim que mordia um canto dos lábios e sussurrou algo no ouvido dele, que o fez sorrir.

O mais velho e o chinês deixaram o corpo de KyuHyun, ouvindo um muxoxo de desaprovação vindo deste, mas ignoraram. Levantaram-se e despiram-se das roupas íntimas, relevando suas ereções mais que doloridas. Cho ajoelhou-se, ficando cara a cara com aqueles dois sexos rígidos e pegou-os na mão, masturbando-os rapidamente, ouvindo os gemidos de aprovação dos dois mais velhos. 

KyuHyun decidiu que deveria chupá-los um pouco antes de permitir que avançassem. E assim o fez; moldou os lábios ao redor do membro de HeeChul, sugando-o sem a menor delicadeza, ouvindo o gemido rouco escapar pelos lábios do moreno, sentindo-o pulsar em sua boca úmida e quente. Quando deu-se por satisfeito, repetiu os movimentos na ereção do chinês. 

HanGeng teve que pará-lo, senão gozaria em sua boca e não queria fazê-lo, ao menos não agora. Puxou-o pelos cabelos enquanto HeeChul se ajoelhava e beijava o pescoço do mais novo. KyuHyun olhou-o nos olhos e o silêncio que se instalou foi o suficiente para que o mais velho parasse de mordiscá-lo para observar o que acontecia. 

Assim que KyuHyun percebeu que os dois meninos o encaravam, percebeu que toda a luxúria que acontecia em seu corpo era refletida nas orbes deles. HanGeng esfregou seu corpo contra o do mais novo, esgueirando-se até ficar atrás de KyuHyun, sua ereção tocando-o por trás. HeeChul fez o mesmo. Para a surpresa de ambos os mais velhos, o garoto apoiou os braços na parede mais próxima, ficando empinado para eles.

HeeChul ofegou, assim como o chinês, que agora passava a mão na bunda macia do mais novo, onde desferiu um rápido porém forte tapa, fazendo KyuHyun gemer. Logo uma marca avermelhada apareceu, mas nada que de fato importasse. Contudo, os dedos de HeeChul  começaram a acariciar a entrada do garoto, que parecia se empinar cada vez mais, num pedido mudo.

HanGeng olhou para o mais velho, passando silenciosamente a informação de que era para ele entrar em KyuHyun primeiro, e assim foi. HeeChul posicionou-se contra a traseira do mais novo, roçando a glande previamente umedecida na entrada que agora encontrava-se preparada o suficiente e então entrou. Penetrou o mais novo lentamente, sentindo-o engolir seu sexo de forma torturante. Apertava as nádegas de KyuHyun com mais força cada vez que encontrava-se mais fundo naquele corpo tão quente. HanGeng tinha as mãos na cintura do moreno, como se o acompanhasse nos movimentos mesmo sem de fato o estar fazendo. Quando o mais velho chegou ao final, KyuHyun soltou o ar que prendia, assim como uma frase que ninguém esperava ouvir:

— Os dois. Eu quero os dois. 

HeeChul gemeu enquanto seu falo latejava compulsivamente por dentro de KyuHyun, e HanGeng sem dizer mais nada, acomodou-se ao lado do moreno, sentindo-o sair um pouco de dentro do corpo do mais novo, abrindo uma deixa para que ele tentasse penetrá-lo também.

KyuHyun sabia que iria doer, mas não queria nem saber. Só sabia que queria aquelas duas ereções se mexendo dentro de si, a ponto de deixá-lo sem voz de tanto gritar de prazer. HanGeng encostou o próprio sexo no de HeeChul, tentando alcançar algum espaço, mas estava difícil sem machucar o garoto. Enfiou então um dedo, na tentativa de alargá-lo mais, e assim o fez. Após algum pouco tempo o preparando novamente, conseguiu a brecha que precisava para que seu membro conseguisse adentrar mesmo que um pouco o corpo do mais novo.

HeeChul gemia alto enquanto o sexo do chinês esfregava-se contra o seu naquele espaço pequeno, macio e quente. KyuHyun agora berrava, tanto de dor quanto de prazer. E por estar gritando tão alto, que HeeChul instintivamente levou dois dedos à boca do garoto, que pôs-se a chupá-lo, para diminuir os sons que saíam da sua boca.

HanGeng então enterrou-se por completo no corpo de KyuHyun, e agora ele permitia-se gemer. Olhou com os olhos semi abertos para o mais velho, que mordia os lábios com força e ambos acenaram, concordando com os próximos atos.

Os dois mais velhos então se movimentaram ao mesmo instante, causando uma pressão imensa dentro do corpo de KyuHyun, que agora tinha certeza não aguentar muito mais. Todos agora gemiam em uníssono, completamente entregues. HeeChul saiu por completo do corpo de KyuHyun e quando voltou, encontrou-se contra a cavidade apertada e o membro molhado do chinês; quando chegou ao fundo, sentiu o corpo do mais novo contrair-se contra si e naquele instante permitiu-se jorrar, inundando-se num dos orgasmos mais potentes que já tivera.

Arfando, HanGeng percebeu que o mais velho havia chegado em seu limite, e o chinês admitiu que por pouco não o acompanhou, mesmo sabendo que mais uma contração ele estaria tão melado quanto seu amigo moreno. Quando o HeeChul deixou o corpo do maknae, HanGeng tivera a oportunidade de se posicionar perfeitamente atrás do corpo do garoto, retirou seu membro por inteiro e enterrou-se novamente dentro daquele corpo que o enchia de prazer, sentindo-o contrair mais uma vez. Preencheu a entrada de KyuHyun com um jato longo e quente, gritando coisas incoerentes. Percebeu que o mais novo também gritava, deixando-se levar pela magnificência do orgasmo.

HeeChul estava encostado na parede, observando eles voltarem ao normal, uma vez que este também tentava. Os outros dois, se descolaram e apoiaram-se também na parede. Olharam-se, todos com as respirações ainda levemente ofegantes e começaram a rir. Até que ponto eles se permitiram levar?! Riram como ha muito não faziam juntos. 

Foram interrompidos pelo celular de KyuHyun, que tocava e vibrava loucamente no chão, perto de onde estava sua calça. Ele foi até o objeto e o atendeu. Poucos segundos depois, desligou e pôs-se a se vestir.

— Zhou Mi chegou — avisou.

— De boa. Até depois, Cho — HeeChul disse quando o amigo ia até a porta e sumia através dela. 

O mais velho optou por se vestir também, vendo por canto de olho que o chinês também o fazia. Em silêncio, terminaram de se vesti, saíram do auditório, trancando-o em seguida. Ao deixarem a escola, caminharam em silêncio, mas não um silêncio constrangedor. Ao chegarem na porta da casa do moreno, HanGeng apenas despediu-se dele com um afego no ombro, coisa que ha tempos não acontecia e então rumou para a própria casa.

Assim que Kim chegou em seu quarto, ouviu seu celular apitar dentro da mochila. Retirou-o e olhou o visor. Havia uma mensagem de texto. Sorriu de canto ao ver o remetente.

Não pense que isso acabou. Ainda vou foder você, Kim.
xx
Postado por Scarlett Lefévre às 09:11

1 comentários:

RED COOOOOOOOOOOOOOOOOOOODE graced
So proud, unnie, so proud <333333
Ficou muito bom! \o/ \o\ /o/
Porém, o nome dele não é Kim.
Fora isso, ficou tudo muito bom (aka invejável) e eu adorei o cenário desde que você me contou por mensagem. <33333
Ficou grande, porém rápido, né?
E eu espero mesmo que tenha uma continuação *oo* grace3
Pelo visto você ainda consegue escrever com fandoms (apesar dos Kims e Hans -.-), e isso é ótimo, porque eu fiquei tristíssima quando você resumidamente disse que só ia escrever originais.
Faz tanto tempo que eu não escrevo um review que eu desaprendi a escrever um e.e
Mas ficou ótimo, eu amei, incrível, como já era esperado de você,claro. <3333

Postar um comentário