fevereiro 06, 2013

Get Naked


Título: Get Naked.

Classificação: 18 anos.
Categoria: Super Junior.
Personagens: HeeChul, HanGeng.
Gêneros: Lemon, Yaoi, Amizade, Universo Alternativo.
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Nudez.

Notas Iniciais: Heeey gente ~/
Então, dois posts no mesmo dia hein? Mas fazer o quê? A criatividade resolveu baixar aqui e eu conseguir terminar essa OS hoje :3
Bom, ela tem dedo da minha Unnie e é, obrigadinha pelos pitecos <3 ~/ Betada pela Baby Clearu.
ATENÇÃO: É recomendado que leiam esta fanfic SOMENTE após lerem Auditory Sweet Auditory porque é a continuação dela.



Parte 2 - Provoking.


A noite de domingo trazia ânsias que HeeChul simplesmente odiava e que tentava ignorar há cerca de cinquenta horas. Tentou se refugiar de seus pensamentos pecaminosos, e de suas lembranças vívidas no mundo dos sonhos, mas lá infelizmente — ou não — foi uma opção um tanto quanto indescritivelmente perturbadora. Naquele patamar, tudo era ainda mais real, talvez não tão lívido quanto as sensações que perseguiam cada poro de seu corpo, mas ainda assim, estava lá, tornando os desejos de seu subconsciente quase reais e tão assustadores — na falta de uma palavra melhor.

Por causa disso, e somando também outros demônios interiores, que HeeChul não dormia ha quase um dia inteiro. Não conseguia pregar os olhos sem que imaginasse aquelas mãos tão belas e másculas tocando-o, acariciando-o, aliviando-o.
Não conseguiria dormir sossegado sem que vislumbrasse aquele olhar negro e intenso... Aquele sorrisinho de canto cuja sensualidade era gritante... Não tinha forças para se conter. Ah, mas ainda tinha seu orgulho.

Fechou os olhos mais uma vez nas incontáveis horas das quais se encontrava sentado, encarando seu celular, a rua, o teto branco de seu quarto, tudo que podia, sem nenhum pensamento fixo. Somente a aflição  a vontade oculta, em forma de raiva.
HeeChul então pegou o telefone, encarando a tela, que mostrava ha horas a última SMS recebida; o motivo pelo qual estava tão transtornado. Respirou fundo, tomando coragem para fazer o que desejava ha tempos e então apertou o botão que o dava a opção de ligar para o número cujo recebeu a mensagem de texto.

Colocou o aparelho em uma das orelhas, e encarou o relógio, que marcava onze e vinte e dois da noite. Seus pais haviam viajado para uma cidade vizinha, juntamente com sua irmã. Encontrava-se sozinho, e antes que pudesse perder-se em seus pensamentos, a pessoa do outro lado da linha atendeu.

— Ora, ora. HeeChul, você me ligando? 

O chinês atendeu, com um sorriso de escárnio; a voz beirando a sarcasmo e contido ali, no âmago a sua voz, havia alívio e felicidade.

— Escuta aqui, chinês: quem foi que te deu essa intimidade pra me mandar uma SMS dizendo que vai me comer?

Um risinho baixo, que misturava deboche e uma pontinha de malícia se fez ouvir no outro lado da linha.

— Não era o que você queria enquanto estávamos no auditório, Kim? 

— Você é mesmo cego ou o quê? — riu soprado. Sarcástico. — O fato de eu ter deixado você me chupar, não quer dizer que eu ia dar pra você — pausou, mordendo o lábio inferior como se pensasse em uma resposta perfeita... — Aliás!, — praticamente berrou a palavra — foi você quem caiu de boca primeiro, querido. Se alguém aqui estava querendo alguma coisa, esse alguém é você. 

— Você também queria. — O chinês retrucou, a malícia agora ainda mais evidente. — Se não quisesse, não gemeria tão gostoso como naquela hora.

O mais velho soltou ar pesadamente. Havia ficado sem resposta, e odiava esse fato. HanGeng, no entanto, adorou o fato de ter deixado o hyung sem palavras. 

— Você não faz ideia do quão gostosa é sua voz ao gemer, HeeChul... E eu faria bem mais. Eu te faria gritar.

— Você não tem essa capacidade, amor. — Disse, a voz beirando ao escárnio e ao sarcasmo.

— Não duvide, HeeChul. Eu sei muito bem o que fazer para te fazer gritar. — HanGeng retrucou enquanto ajeitava-se na cama. — O que fazer e como fazer... Você mesmo viu... Quando estávamos naquele corredor em minha casa... Viu e sentiu.

— Prove, babaca. — Riu em escárnio, após molhar os lábios inconscientemente.

Mais uma vez o chinês riu.

— Primeiro, eu te beijaria até você perder o fôlego. Igualzinho como fiz no momento em que te prensei contra aquela pilastra. Deixaria seu corpo preso ao meu, uma de minhas pernas entre as suas, mexendo-a bem devagar. Você gosta disso, não é?

HeeChul bufou.

— Vai apelar, chinês? Vai mesmo achar que qualquer joguinho, qualquer voz rouca e baixa vai me fazer te querer, é? Se poupe e me poupe. 

Por que eu ainda não desliguei essa merda? Pensou o mais velho. O corpo se aquecendo de forma lenta e torturante. Sabia que estava blefando, mas ele não poderia saber.

— Eu te conheço, HeeChul. — Murmurou o chinês. — Mesmo que você não admita, que você diga que não quer... O seu corpo quer. Da mesma forma como eu quero.

— Ah, então vai ser assim é? — Bufou, sem acreditar no que estava prestes a fazer. Como poderia lidar com uma criatura dessas? Ligou o botão do foda-se, respirou no fundo e procurou sua voz mais sexy: — Você me conhece, HanKyung? Hmm — deu um gemido fraco, como se estivesse sentindo prazer apenas em dizer o nome do chinês. — Quão fundo será que você me conhece?

E mais uma vez naquela noite, HeeChul se odiou. Se odiou imensamente por sentir os inúmeros arrepios tomarem seu corpo daquela forma tão abrupta.

— Não seja tão presunçoso assim, chinês... — HeeChul desdenhou, mas ajeitava-se contra o colchão da própria cama. A voz, mesmo que não deixasse transparecer, tinha uma pontinha de desejo. — Você não sabe o que se passa em minha mente... Em nenhum momento. 

— Talvez eu saiba. Talvez eu saiba exatamente como você se sente quando meus lábios tocam sua pele. Quando eles desenham seu corpo, quando eu mordo seu pescoço — o louro apertou inconscientemente os lençois da própria cama, completamente inquieto pelas lembranças de tais toques e proferi-las de tal forma era tão... —  Eu sei exatamente como seu coração bate mais rápido quando minha língua desenha seus mamilos, e quando minhas mãos apertam cada parte do seu corpo possessivamente. Ah eu sei do que você gosta, HeeChul.

O mais velho  mordeu o próprio lábio inferior, um calor aterrador tomando seu corpo. Em sua mente, cada ato, cada toque da língua atrevida do chinês, cada beijo...

— Maldito... — Deixou escapar um gemido lânguido de prazer.

— Você está excitado, não é? — Continuou a provocá-lo, deslizando a mão pelos lençóis da cama. — Já deve estar tão duro quanto eu.

HeeChul se engasgou, quase caindo da cama no processo de tentar voltar ao normal. Após normalizar a respiração e tudo mais, sentou-se no pé da cama, onde ficou dedilhando a própria panturrilha, sentindo uma ereção recém formada no meio da calça de moletom que usava, mas não admitiria aquilo, é claro. Bom, era o que pensava.

— Você está duro, não está? — HanGeng ofegou ao perguntar. — Pode me dizer, Chulla. Pode dizer como você queria que eu estivesse passando minha mão pelo teu pau, te alisando do jeito que só eu sei fazer. 

HeeChul ofegou alto, mais uma vez naqueles poucos minutos de ligação.

— Geme pra mim.

Inconscientemente ou não, o coreano obedeceu. Baixo, mas o fez.

— Isso... Assim que eu gosto — HanGeng mordeu os lábios após dizer, esticando uma das pernas em cima da própria cama, sentindo uma brisa invadir-lhe o quarto e bailar-lhe o corpo, acalentando-o de um tesão pelo mais velho que já estava se tornando insupirtável. — O que quer que eu faça, HeeChul?

O garoto do outro lado da linha já não conseguia muito raciocinar. Tinha suas mãos pressionando seu sexo, sentindo-o enrijecer cada vez mais com as palavras diretas e provocantes do chinês, mas não daria o braço a torcer. Não ainda.

— Não vai dizer... — O chinês riu, prevendo a reação. — Tudo bem, Chulla — encheu a boca para proferir o apelido do garoto, que odiava quando o fazia. Pode ouvi-lo bufar por tê-lo dito. — Imagine minha mão envolvendo sua nuca, acariciando a sua pele de leve, chegando aos seus cabelos... Puxando-os de forma fraca, provocante. Do jeito que te excita. E ah, você ofegaria daquela maneira que me deixa duro só de lembrar. 

HeeChul ajeitou-se na cama mais uma vez, mordendo os lábios e prendendo pequenos suspiros que teimavam em sair de sua boca. Olhou para seu pênis que pulsava no meio das calças e o ignorou, apertando mais ainda o aparelho telerfônico contra a orelha.

— Se envolva, HeeChul — o chinês pediu, com a voz sensual e carinhosa. — Deixe que seu corpo fale por você — suspirou. — Vamos lá... O que gostaria que eu fizesse com você? 

HeeChul mordeu os lábios, soltando o ar pesadamente, e encarou a parede em frente, logo voltando a fitar a bancada de seu quarto, observando como ela estava organizada, para quem havia ficavo o dia inteiro dentro o quarto, sem fazer nada. Os livros estavam nas prateleiras e o resto dos materiais estavam dentro da mochila em algum canto do quarto. Em cima da bancada, da qual o coreano usava para tudo, só havia alguns papéis.

— Hm — quebrou o silêncio com um baixo murmúrio. — Eu... Eu não... Você...

— Ah HeeChul — o chinês tombou a cabeça para trás, rindo da falta de fala do mais velho. Encostou-se mais confortável na cabeceira da própria cama, antes de voltar a falar: — Eu te beijaria, morderia seus lábios, sugaria, daquele mesmo jeito que eu fiz no auditório dias atrás. Onde você quer que a gente esteja...?

— No meu quarto — respondeu, de imediato, xingando-se por corresponder tão veemente e com tanta necessidade àquela brincadeira.

— Hm. Eu estive aí há um mês não é? Pra'quele trabalho de Geografia, não? — Perguntou, ao tentar-se lembrar, sorrindo pela forma como seu Hyung estava começando a interagir.

— Sim... — murmurou.

— Então, nós estamos no seu quarto, na sua porta. Estou apertando você contra ela enquanto te beijo. Entramos no seu cômodo preferido e eu, ainda colado em você, com uma das mãos na sua nuca, da qual desco e vou alisando todo seu corpo, que ainda está coberto, porque eu sou um cara muito calmo, — zombou — e então chego até a sua bunda, que é bastante macia e aperto com força, trazendo você pra cima, pedindo silenciosamente para que você as enlace na minha cintura e você o faz, enquanto penso no melhor lugar pra poder te pegar de jeito — riu soprado com a expressão que escolheu usar. 

HeeChul estava quieto, a mão estava discreta e inconscientemente alisando de forma fraca a própria intimidade por cima da calça, ainda e ele prestava completa atenção a cada uma da palavras do chinês. Quando ele disse que pensaria no melhor lugar, os olhos de HeeChul miraram sua bancada, imaginando-se de costas para HanGeng ali, recebendo-o por trás...

— Decido pegar você e te colocar na sua bancada.

HeeChul soltou o ar de forma alta e pesada. Quando HanGeng ouviu o som que deixou a boca do mais velho, não consegui evitar retribuir o som.

— Está gostando do que ouve, é? — riu pelo nariz, molhando os lábios com a própria saliva, pronto então para prosseguir: — Aperto então as suas pernas por cima do seu jeans apertado, que eu tanto gosto que você vista. E sabe por quê? Porque a sua bunda fica tão deliciosa que eu tenho que ficar reprimindo a vontade de te arrastar pelos cabelos até o banheiro e te foder até desmaiar.

O mais velho ofegou, gemendo baixo em seguida. 

— Minhas mãos iriam até o cós da sua calça, abrindo-a, e puxando-a para baixo. Faça isso, HeeChul. Abaixe sua calça como se fosse eu.

— Não! — o mais velho rolou os olhos, sem acreditar que o chinês pedia algo como aquilo. — Eu não vou tirar minhas calças, pelo amor de deus, HanGeng.

— Você já está sem, não é?

— Só a blusa — admitiu.

HanGeng riu gostosamente, arrancando um sorriso tímido do mais velho que levantada rapidamente, retirando a calça de moletom e libertando  sexo já rígido que não estava protegido por nenhuma roupa íntima. Suspirou ao sentir o vento bater-lhe na ereção, passando a mão por ela, sentindo-a úmida e necessitada.

— Eu te beijaria novamente, tirando então sua blusa, deixando você completamente nu pra mim. Lindo. 

— Sou não sou? — Brincou, ao voltar para a cama e acomodar-se, parcialmente sentado, enconstando-se na grande pilha de travesseiros. — Você está sem roupa?
— Ainda não.

— Então tire — ordenou. — Já que não posso tirar pra você...

Um silêncio rápido predominou a ligação e HeeChul a tomou como sendo o chinês retirando a roupa. Logo ele o avisou que estava nu, e ambos suspiraram.

— Quero beijar você — HeeChul admitiu.

— Música para os meus ouvidos. O que mais você quer, HeeChul? — Incentivou o outro a falar, com a voz rouca e carregada.

— Eu quero te arranhar. E também quero sair dessa bancada. Quero te levar até a minha cama e te jogar nela.

Foi a vez do mais novo soltar o ar, mal acreditando nas palavras que ouvia. Finalmente o desejo contido de HeeChul estava sendo libertado.

— Quero arrancar sua roupa, olhando nos seus olhos e vendo o quanto você me deseja — respirou fundo. — Eu quero deixar você só de cueca e  subir em cima do seu corpo, sentando na sua pélvis, assim como você fez comigo no auditório e então eu vou te beijar — mordeu o lábio ao imaginar, as mãos acariciando as pernas, sem coragem de chegar ao membro. — Eu vou morder e sugar o seu pescoço. Vou deixar marcas, que vão demorar muito pra sumir, chinês.

— Ah é? Hm, bom saber. 

— Pois é. Eu vou descer meus lábios, beijando seu colo, seus mamilos, vou sugá-los de uma maneira que só eu sei fazer, enquanto aliso seu pau que vai estar tão duro quanto pedra — sorriu ao dizer. — Então eu vou ao encontr dele. Retirando sua cueca com gosto, passando minhas mãos belas na sua rigidez... E aí eu vou aproximar meu rosto dele, e vou passar a língua na sua glande, só pra te provocar e você vai gemer.

Antes que HeeChul profetizasse aquelas últimas palavras, o chinês já estava soltando um lânguido e doloroso gemido.

— Eu vou te chupar como ninguém nunca fez antes, HanGeng. Você nunca vai querer saber de outra boca na sua vida.

O chinês não conseguia muito raciocinar para responder o mais velho a altura, pois estava com uma das mãos e os pensamentos ocupados. Processava as palavras que o outro dizia com fervor, alisando seu mastro rígido com precisão e fúria, mordendo o lábio com tanta força que já machucava.

— Está se masturbando, Gengs? — HeeChul perguntou, a voz num gemido manhoso de puro deleite. 

— Hm — gemeu. — Sim.

— Eu também — confessou, soltando um gemido baixo novamente.

— Ah HeeChul — o chinês soltou o ar, assim como diminuiu a força que aplicava contra o próprio sexo. — Eu pegaria você nesse mesmo instante e te jogaria na cama, invertendo nossos papéis na cama. Eu estaria por cima agora. Deitaria você, lhe beijando uma última vez e então sorriria maliciosos, virando-me para em direção ao seus pés — pausou, esperando alguma reação para que parasse ou para que continuasse. Esperava muito que fosse para continuar. 

HeeChul estava somente ouvindo e respirando com dificuldades enquanto alisava a própria ereção, relembrando as sensações da boca macia e quente do chinês ao redor dele inteiro, aquela língua lambendo-o de forma tão pecaminosa.

— Eu me posicionaria acima do seu pau...

— Sessenta e nove, chinês? Hm, sempre quis fazer isso — confessou, sorrindo malicioso do outro lado da linha.

— Continuando... — riu soprado pelo comentário do outro. — Eu começaria a te chupar, tão gostoso quanto aquela outra vez. Eu te colocaria inteiro na boca, como se fosse um doce. 

— Porra, HanGeng... — gemeu o mais velho, enquanto aumentava inconscientemente a velocidade da mão contra o próprio falo. — Hm, eu te chuparia também, obviamente. Imagine, Gengs, que delícia seria minha língua lambendo seu pau. Você duro, latejando na minha boca... Tentando gemer meu nome, mas não iria conseguir porque estaria me chupando como uma vadia. Hm..

— Se você continuar falando assim, eu vou acabar gozando sem muito esforço...

— Eu que não estou praticamente me aguentando mais aqui — riu, admitindo mais uma coisa ao longo da ligação mais louca que poderia ter tido.

— Continue imaginando minha boca envolvendo você, minha língua, minha quentura... Ah como seria bom — suspirou. — Como eu gostaria de comer você, HeeChul.

Ao terminar de dizer, HanGeng voltou a se masturbar, preenchendo seu falo com o calor de sua mão, a pele ao redor de sua glande se abrindo e se fechando, aproximando-o do clímax que estava tão perto. HeeChul dizia as palavras que ele queria ouvir e, ah, com gostaria de sentir. Estava tão rígido, tão molhado. Queria entrar no corpo do mais velho, fodê-lo como se não houvesse amanhã.

— Hm... Eu gostaria de você em mim... Fundo... 

Não conseguiu nem sequer terminar a frase. Ambos começaram a gemer alto, enquanto com a mão que tinham livre, puseram-se a masturbarem-se com fúria e necessidade. Clamavam pelo nome alheio. Cada um nas suas fantasias sexuais.

HeeChul já estava ajoelhado no chão do quarto, na cama, empinado para o ar, enquanto HanGeng permanecia na cama, deitado, com o corpo se contorcendo e a pélvis empinada. Os sons que saíam do telefone de ambos era o combústivel para aquela situação excitante e deliciosa que os dois garotos estavam vivendo e que jamais puderam se imaginar passando por.

Os corpos começaram a convulcionar, e o orgasmos os atinguiu tão rapidamente que mal conseguiram destinguir os objetos dos próprios quartos quando abriram os olhos por culpa de uma tontura que os apossou.

Ficaram alguns minutos respirando com dificuldade, de olhos fechados. Tentavam absorver o que havia acontecido e o que se passava. Era tudo tão louco!

— Está bem? — HanGeng perguntou, quebrando o silêncio que era confortável, até.
— Estou, e você.

— Também.

HeeChul riu soprado e encarou o relógio na cabeceira quando levantou-se do chão. Marcava três e vinte e sete da manhã. Nada de seus pais. Lembrou-se que no dia seguinte teria aula, e depois de ficar acordado por tanto tempo, tudo que menos queria era acrdar em menos de três horas.

— HanKyung... — chamou. — Nós deveríamos ir dormir...

— Eu sei. Hm, te vejo amanhã na escola? 

— Tudo bem... — respondeu, franzindo a testa.

— Boa noite.

— Boa noite.

— Ah! — chamou a atenção do mais velho, antes que ele desligasse. — Você admitiu que me quer.

— Admiti.

— Pois é. — O mais velho esperou brigas e até alguns berros e quando não os recebeu, pegou-se um pouco surpreso.

— Boa noite, Gengs.

Antes que ele pudesse ouvir a resposta do outro, desligou. Sorriu ao colocar a calça de moletom e ir ao banheiro limpar-se. Aquela havia sido a experiência mais ousada que cometera. E espera, sinceramente, cometer outras mais... Com HanGeng.
Postado por Scarlett Lefévre às 12:06

1 comentários:

Pra mim, é SEMPRE uma honra te ajudar a escrever tamanhas saliências -v- E essa fic.... OLHA, FOI SALIÊNCIA DO INÍCIO AO FIM!!! Nem amo, magina <3 Bem, chega de conversa. Vamos surtar e comentar porque é pra isso que estou aqui \o/

"— Vai apelar, chinês? Vai mesmo achar que qualquer joguinho, qualquer voz rouca e baixa vai me fazer te querer, é? Se poupe e me poupe.
(...)
— Eu te conheço, HeeChul. — Murmurou o chinês. — Mesmo que você não admita, que você diga que não quer... O seu corpo quer. Da mesma forma como eu quero."
MANO... EU NÃO SEI O QUE ME DEU QUANDO LI ISSO. FOI SIMPLESMENTE...................... BOOM! MEUS OVÁRIOS DERAM UM DUPLO MORTAL CARPADO (???) QUANDO ESCREVI/LI ISSO

"— Ah, então vai ser assim é? — Bufou, sem acreditar no que estava prestes a fazer. Como poderia lidar com uma criatura dessas? Ligou o botão do foda-se, respirou no fundo e procurou sua voz mais sexy: — Você me conhece, HanKyung? Hmm — deu um gemido fraco, como se estivesse sentindo prazer apenas em dizer o nome do chinês. — Quão fundo será que você me conhece?"

MANO..... SOCORRE AQUI QUE A COISA COMEÇOU A LASCAR, SÉRIO. FICOU QUENTE AQUI ONDE EU TÔ OU É SÓ IMPRESSÃO MINHA? -Q

"— Talvez eu saiba. Talvez eu saiba exatamente como você se sente quando meus lábios tocam sua pele. Quando eles desenham seu corpo, quando eu mordo seu pescoço — o louro apertou inconscientemente os lençois da própria cama, completamente inquieto pelas lembranças de tais toques e proferi-las de tal forma era tão... — Eu sei exatamente como seu coração bate mais rápido quando minha língua desenha seus mamilos, e quando minhas mãos apertam cada parte do seu corpo possessivamente. Ah eu sei do que você gosta, HeeChul."

............. SOCORRO........................

"— Maldito... — Deixou escapar um gemido lânguido de prazer.

— Você está excitado, não é? — Continuou a provocá-lo, deslizando a mão pelos lençóis da cama. — Já deve estar tão duro quanto eu."

HANGEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEENG..................... APAPUTA QUE PARIU, CHINÊS PASTELEIRO FILHO DUMA ÉGUA MANCA ARROMBADA!!!!

"— Você está duro, não está? — HanGeng ofegou ao perguntar. — Pode me dizer, Chulla. Pode dizer como você queria que eu estivesse passando minha mão pelo teu pau, te alisando do jeito que só eu sei fazer. "

ZLJBFAUHAGWOUFSEWSWE5BFGVVCFOZUJFDCAUEWOAUEPBC VPOAUBAOFDUE5FGVOAEGFOUAEGDA MANO........ MAAANO.... SOCORRO.... ESTOU SEM AR, QUERENDO GRITAR/BERRAR/URRAR.....

Sério, vei... Tu não faz idéia do quanto eu surtei com isso tudo... MAAAAS... AINDA NÃO ACABOU...

"— Quero beijar você — HeeChul admitiu.

— Música para os meus ouvidos. O que mais você quer, HeeChul? — Incentivou o outro a falar, com a voz rouca e carregada.

— Eu quero te arranhar. E também quero sair dessa bancada. Quero te levar até a minha cama e te jogar nela."

VAI, CHULLA! SE JOGA, BEESHA... NÃO REPRIMA ESSA VONTADE QUE TE CONSOME AS ENTRANHAS E /CALABOKA
"— Continuando... — riu soprado pelo comentário do outro. — Eu começaria a te chupar, tão gostoso quanto aquela outra vez. Eu te colocaria inteiro na boca, como se fosse um doce.

— Porra, HanGeng... — gemeu o mais velho, enquanto aumentava inconscientemente a velocidade da mão contra o próprio falo. — Hm, eu te chuparia também, obviamente. Imagine, Gengs, que delícia seria minha língua lambendo seu pau. Você duro, latejando na minha boca... Tentando gemer meu nome, mas não iria conseguir estaria me chupando como uma vadia. Hm.."

........ QUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE? QUE? COMO? HÃ? HEIN? WHAT? COMO É QUE É?! SOCORRO SOCORRO JUBFGOUAEOQEQOGFWBSFBVGJDBFGJGBDJBXUC GVBOUXDFBGOFDURFG APAPUTA QUE PARIU, DONGS! MEU DEUS! DÍOS MIO! OH MY GOD! MON DIEU!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAH!!! ESTOU TRESLOUCADA, LOUCA, HISTÉRICA DOIDA VARRIDA!!!!!!

Ai, dongs.... Essa fic foi um delírio, por favor <333 Continua escrevendo assim viu? E sempre que quiser, pode me pedir pitacos <3

Postar um comentário