maio 31, 2013

[T]raped




Título: [T]raped.
Categoria: Super Junior, SHINee.
Personagens: KyuHyun, Henry, TaeMin.
Classificação: 18 anos.
Gênero: Yaoi, Lemon, Amizade.
Avisos: Sexo, Linguagem Imprópria.


Notas da Autora:
                Oi vocês. ~/ Presente da BC^^L atrasado/adiantado (?)
Well, Clearu me pediu pra escrever, e aqui está. Hope you like it.
Ah, não revisei ou betei. Qualquer erro, me desculpem.
Boa leitura, butterflies.



O sol já começava a se por lentamente no horizonte, tingindo o céu azul-celeste e ausente de nuvens com uma suave nuance avermelhada. Também já era possível ver algumas estrelas pontilhando levemente o firmamento. Em poucos instantes, o céu tomara uma nuance de azul mais escura, as estrelas já presentes na imensidão do céu. E ao longe, saindo lenta e misteriosamente por entre os montes, achava-se a lua cheia. No mento ela ainda se encontrava com sua superfície amarelada, mas que logo não tardaria a assumir o tom branco-prateado que tanto lhe caracterizava e lhe tornava bela. 
As luzes da cidade já se acendiam , os lugares abriam suas portas... Todos prontos para dar início a mais uma noite. Algumas pessoas já podiam ser vistas transitando pelas ruas, indo para seus respectivos trabalhos noturnos ou indo em busca de um pouco de diversão e aventura.
Ou, quem sabe... Algo mais divertido... Perigoso... Excitante...
Essa própria ideia de buscar por algo diferente para fazer se passava nas mentes dos três companheiros de empresa, que no fundo de suas relações socais escodiam o simples fato de já terem se envolvido fisiciamente. Escondidos do mundo, das pessoas. Apenas desejavam satisfazer um ao outro. Na tentativa de quando estivessem com os corpos suados e tensos, os desejos mais ocultos de suas almas fossem revelados em formas de gemidos e súplicas, para que cada um pudesse realizá-los, tornando cada momento que passassem juntos ainda mais maravilhosos. 
Dentre os três cúmplices do prazer, o chinês das madeixas claras era o que mais apreciava tais momentos. Na frente dos demais membros do grupo, Henry mostrava-se um perfeito anjo, encantando a todos com seu jeito cativante e extasiando-os com seu poderoso vocal e claro, suas outras muitas habilidades, como seu violino, por exemplo. Mas somente duas pessoas conheciam a envolvente faceta do pequeno Henry e sabiam o quão tarado e malicioso ele podia ser... O quão excitante e perigoso podia ser o brilho presente em seus olhos negros e intensos.
O moreno, de estatura menor — dentre os três —, estava sorrindo abobalhadamente desde que recebera uma ligação, contendo uma pequena informação, que valera para alegrar todo o seu dia. 
Era início de noite e as luzes da cidade estavam todas acesas, iluminando todos os possíveis lugares comerciais. As luzes ofuscantes davam luz à vida noturna, que nessa noite não seria apreciada pelos três asiáticos. Este deixava que seu corpo macio escorresse pelo couro do banco do motorista de seu carro, enquanto ligava o automóvel e seguia para dentro das ruas tão bem iluminadas e movimentadas. Antes de sair, apenas avisara para seus amigos de dormitório que iria ficar fora de casa com os outros — que não foram nomeados — e com isso, foi porta a fora. 
Olhava para o relógio incessantemente enquanto seguia pela rodovia, ansioso para chegar ao local que lhe fora designado durante a breve ligação. A voz da pessoa que ligara estava com um timbre tão maravilhoso, que Lee TaeMin sentia todo seu corpo se tencionar de agonia. Queria chegar rapidamente até ele. Queria saber do que tudo aquilo se tratava. 
Ligou o rádio e permitiu que a estação em que o mesmo se encontrava continuasse tocando a melodia que estava já na metade. Percebera isso, pois conhecia tal música. E claro, gostava muito dela. Era de uma banda não muito conhecida, infelizmente. Aumentou o som e permitiu-se cantarolar junto, sentindo mais daquela batida sensual e ficando cada vez mais ansioso. 
“I wanna show you all my faces... I wanna be a masochist”. Cantarolou enquanto batucava a ponta dos dedos no volante, avistando finalmente o outdoor avermelhado e ofuscante do local que deveria encontrar o outro. 
Finalmente estacionou o carro, parando para falar com o porteiro do local, que tinha uma aparência de meia idade. Este indicou para TaeMin que parasse com o veículo do outro lado do estacionamento, onde haviam vagas suficientes. Logo, o moreno estava subindo as escadas, indo de encontro com várias portas num corredor bastante bonito. As paredes de cor clara contrastavam com as portas de cor amarronzada. 
Rapidamente encontrou o número que a pessoa do outro lado da linha lhe indicara. Bateu uma, duas, três vezes e ninguém respondeu. Curioso como era, tentou com sucesso abrir a porta. Uma vez lá dentro, pode sentir um cheiro leve de canela dominando todo o quarto, junto com a iluminação rala proveniente das várias velas de cor avermelhada. A cama estava arrumada com um jogo de cobertores de cetim preto, ao lado desta havia uma cabeceira com coisas que TaeMin não prestou atenção de fato.
Inspirou um pouco, absorvendo mais daquele odor gostoso antes de adentrar ao cômodo e fechar a porta atrás de si. Sorriu minimamente, um pouco nervoso pela possibilidade de realmente não haver ninguém ali. Mais alguns cinco passos a frente, encontrou-se de frente para a cama, onde com seus dedos tocou o cetim que forrava o colchão, sentindo-o gelado e acabou por soltar um pequeno grito fino de surpresa ao sentir seus olhos serem tampados por um material um pouco quente. O preto era tudo que enxergava e para não se incomodar apenas fechou os olhos enquanto sentia alguém lhe amarrando a vista. As mãos do bem feitor logo desceram para a cintura do moreno, apertando-o levemente.
— Surpresa.
TaeMin sorriu e deixou-se ser virado, ficando de frente para a pessoa que o ligara. Tocou-lhe o rosto, sentindo a textura da pele dele, logo acariciou os lábios levemente secos e finos, para subir então para os cabelos, onde alisou por alguns segundos. Enquanto reconhecia — pela milésima vez — os traços daquele cuja cor de cabelo já sabia perfeitamente qual era, qual cor dos olhos tinha. 
Sentiu seu corpo tocar o cetim e um peso bem conhecido pousou em cima de seu corpo. Levou suas mãos até os cabelos escuros tão bonitos, como sabia que eram, e passou a puxá-los, tentando desviar a atenção do rumo dos lábios dele, que ameaçavam tocar seu pescoço num leve roçar, para mais em cima, nos lábios. O mais alto obedeceu de uma maneira um tanto quanto peculiar. Primeiro, antes de beijá-lo normalmente, passou a língua nos lábios secos e sedentos do moreno, que se contorcia de leve, ansioso pelo ato. 
Parou para observar a cena: TaeMin deitado, com a camiseta levantada até a metade da barriga, os lábios umedecido e entreabertos, ansiosos por um toque mais profundo. Isso era tão estimulante que nada o impedia de levar seus dígitos até a barriga do moreno, levantando o resto da camisa, passando-a pela cabeça de TaeMin, permitindo-o ter seu torso — agora nu — completamente a mercê das mãos e dos lábios do mais velho. Não se deu ao luxo de beijar o moreno. Não faria isso antes de ouvi-lo pedir. Sabia que não demoraria. 
Sabendo de tal coisa, sua boca rumou para o pescoço de TaeMin, onde mordeu sem aviso prévio, arrancando um novo gritinho do mesmo. Logo, lambeu onde havia cravado um pouco os dentes, e beijando-o de leve em seguida, numa espécie de pedido de desculpas sem qualquer resquício de culpa, apenas uma grande nota de erotismo. Desceu enfim seus beijos lânguidos e agora lentos para mais abaixo do pescoço, tocando a linha tênue da divisão do peitoral do moreno, que agarrava os fios castanhos com muita força, dando até um pouco de dor para o maior, felizmente esse não se importava. Ambos sabiam disso. A dor fazia parte do prazer. 
Continuaram naquela troca intensa de carícias. As bocas abusavam do corpo alheio sem pudor, sem vergonha. Não havia por que se envergonhar. O beijar era completamente voraz, em contraponto ao movimento de suas línguas, que apesar de toda fúria do corpo estavam se acariciando, se reconhecendo. Torturando. O maior cravava suas unhas na pele recém descoberta do torso de TaeMin, que gemia moderadamente enquanto seu corpo de contorcia por baixo do moreno. 
Após alguns poucos segundos ainda nessa posição, TaeMin irritou-se. Abraçou a cintura de Henry e inverteu o modo em que estavam dispostos naquela cama, ficando assim por cima do chinês. Suas pernas tocavam a lateral do corpo do menor, que permitia-o absusar de suas coxas.
— Vou tirar essa porra, Henry — avisou o menor enquanto puxava com violência a venda dos próprios olhos.
TaeMin encarou o mais velho nos olhos e percebeu que este ainda se encontrava com bastante roupa. Tratou então de levar suas mãos até a nuca de Henry, puxando vagarosamente a gravata — que já estava afrouxada — e retirando-a do pescoço do chinês. Em seguida a pôs nos olhos do dono que ria perversamente.
— Sua vez de não enxergar — riu soprado, mexendo de leve os cabelos.
O menor abaixou a cabeça, até estar com a boca em contato com  a pele de Henry e continou a abrir os botões da camisa social branca de Henry e a cada pedacinho de pele que descobria, era um chupão que dava. Fazia com força, com o intuito de marcar. Sabia o quanto Henry adorava esse tipo de carícias, por isso permaneceu fazendo-as até que ele estivesse com o peito desnudo. 
TaeMin enfim chegou até o cós da calça.
A língua do menor rondou ao redor do umbigo do moreno, traçando a linha que o levaria até o sexo — agora parcialmente ereto e bem marcado — de Henry, mas infelizmente havia uma calça o impedindo. O moreno levou uma de suas mãos até o mamilo direito do chinês, onde ali o beliscou de forma provocante enquanto roçava sua boca no sexo desperto e ansioso do mais velho. TaeMin podia sentir seu corpo totalmente empinado por cima do de Henry e sabia que se estivesse sem as calças estaria completamente exposto e deu graças a deus por estar vestido quando a porta do quarto foi escancarada violentamente.
—Mas que porra vocês dois?!
Os dois homens deitados olharam para a porta um tanto quanto espantados, afinal, estavam extremamente entretidos com as carícias que mal lembravam que deveriam ter esperado pelo maior. 
—Não acredito que começaram sem mim.
O maior caminhou em direção a cama que os outros dois estavam de forma vagarosa, como se estivesse se expondo. Movia-se com a graça de um felino. Os olhos desejosos e famintos como os de um predador que espreita pelos cantos, totalmente alucinado. Ao chegar ao pé da cama, o mais novo apenas encarou TaeMin como se fosse matá-lo. A fúria em seus olhos se mesclava com a excitação nítida tanto quanto nas íris quanto nas calças. 
— TaeMin — puxou o mais novo pelos cabelos castanhos que agora estavam levemente úmidos de suor, trazendo-o para o chão, saindo obviamente de cima de Henry e ficando na altura da cintura do maior. No caminho até o chão, bateu com o joelho diretamente e gemeu baixo de dor. O maior dera um novo puxão em suas madeixas, fazendo com que ele empinasse a cabeça e passasse a o encarar: — Você sabe que não importa o quanto você se agarre ao Henry, o quanto você também goste de ficar com ele... — aproximou-se dos lábios entreabertos do mais novo e o mordeu com força suficiente para cortá-lo de leve, ouvindo um grunhido como resposta. — Eu sempre vou te foder melhor. 
Então TaeMin gemeu. De dor e de prazer enquanto KyuHyun soltava seus cabelos e se dirigia para o castanho, que estava estirado na cama, com a camisa aberta e o peitoral todo avermelhado.
— Até que enfim chegou, Kyunnie.
KyuHyun apenas devolveu o sorriso filha da puta que estava estampado na face de Henry. Este sentou-se na cama, próximo aos outros dois, e agora todos se olhavam, pensando no que fazer em seguida. Henry alargou o sorriso e levantou-se, ficando em pé e ainda encarando os dois companheiros. Retirou enfim a blusa de si, abrindo também a calça social preta, ficando enfim apenas de cueca. KyuHyun tinha uma sobrancelha erguida, mas quando finalmente olhou para o criado mudo, entendeu o que estava prestar a acontecer.
O mais velho levantou-se e deixou que os dois voltassem a interagir. Pelo visto TaeMin não estava sabendo dos planos, e isso só tornava tudo mais interessante. Henry seguiu até o mais novo e beijou-o mais uma vez naquela noite.
Seu corpo encontrava-se deitado sobre o de TaeMin. Roçavam-se com precisão, sem nem ao menos esconder as ondas de desejo que ali haviam. O mais velho soltou uma risada fraca na orelha do outro, tendo como resposta a nuca e os pelos do braço completa e totalmente arrepiados. Mordeu também o lóbulos da orelha do mais novo, enconstando-o na cama.
Sentou-se à pélvis de TaeMin, e com o peso do corpo tombou-o para trás, fazendo-o se apioar na cabeceira da cama. Sabia que o moreno estava perguntando-se o que estava querendo com aquilo, e por justa causa, sussurrou-lhe para que ficasse calmo e se aquietasse, para confiar em si. Vendo-o assentir e relaxar e por sobre os lençois negros, levantou os braços de TaeMin, beijando-o com volúpia, engolindo-o e enfeitiçando-o. A boca de Henry tocava a dele como se fosse o maios dos primórdios mundanos. Alisou os braços de TaeMin até enfim perceber que eles estavam esticados para o alto. Naquele instante KyuHyun já estava devidamente preparado, e sabendo que era a hora de agir, envolveu os pulsos de TaeMin com uma algema que pegara no criado mudo, trancando-a rapidamente, afastando-se do mesmo junto com Henry.
Henry engatinhou até a ponta da cama, encontrando um olhar penetrante de KyuHyun em si. O maior encostou-se ao moreno, passando as mãos pela cintura deste, enquanto levava sua boca à dele, estuprando-o com sua língua. Sentia a maciez daquela pele, arranhando-o de leve, sentindo uma ereção já bem formada bater contra seu baixo ventre. O maior afastou-se e abriu os olhos, olhando para TaeMin que estava ajoelhado na cama, com as mãos algemadas e o rosto corado, e não pode evitar sentir-se latejar.
O menor puxou a camiseta de KyuHyun, jogando-a em algum canto do quarto, para em seguida passar as mãos pelas partes expostas do mesmo, acariciando-o e sentindo-o por um tempo. Desceu da nuca até o cós da calça, alisando o protuberante volume, ouvindo um gemido rouco escapar da garganta de KyuHyun. TaeMin também gemeu. Adorava ver os dois interagindo daquela maneira tão íntima e errada.
Abriu os botões do jeans do mais velho, juntamente de sua roupa íntima, fazendo-a escorregar até os pés deste, que ajudou, retirando os sapatos e afastando a calça. Segurou o sexo de KyuHyun e apertou-o de leve, ouvindo-o soltar o ar. A esta hora Henry estava devidamente sentado na beira da cama, com TaeMin na outra extremidade, e KyuHyun em pé, tendo a visão dos dois garotos que tinham o desejo rondando seus corpos de forma praticamente visível.
— Hm... — Henry gemeu, lambendo desde a extenção até a ponta do falo de KyuHyun, ouvindo um palavrão como resposta. — Duro...
Sorriu sacana, mergulhando naquele membro tão pulsante, fazendo-o entrar e sair de sua boca com a ajuda das mãos, dando até leves mordidinhas, enquanto as mãos de KyuHyun puxavam seus cabelos, e os palavrões deixavam cada vez mais os lábios do maior. Massageou os testículos de KyuHyun, ao mesmo tempo em que levava o membro dele ao fundo de sua garganta, para então voltar aos lábios. Succionava o pênis do moreno sabendo o quanto ele estava adorando aquilo. Apenas quando ele puxou-lhe o cabelo com uma força maior do que a necessária, Henry soube que deveria parar.
Levantou-se do chão. KyuHyun puxou a roupa íntima de Henry, e ali, em pé e na beira da cama, passou a masturbá-lo, vendo como o tórax do mesmo movia-se com sofreguidão. Chamou TaeMin com o dedo da mão livre e ele moveu-se até a ponta da cama, ficando próximo a Henry. KyuHyun largou o pênis do moreno por alguns instantes, enquanto fazia TaeMin ficar em pé em cima do colchão e deslizou a cueca do mesmo até os pés dele, retirando-a. TaeMin mordeu o lábio inferior e ajoelhou-se novamente ao lado de Henry. Aquela visão pareceu agradar KyuHyu que agora colocou ambas as mãos nos membros de cada um.
Masturbou-lhes por alguns minutos, até que não conseguiu mais suportar. Tirando a mão do corpo dos dois, KyuHyun empurrou TaeMin, que caiu deitado no colchão, e com súbita violência, puxou-o pelas pernas, penetrando-o sem qualquer aviso.
— OH MEU DEUS!
Henry gemeu junto de TaeMin, observando o membro de KyuHyun entrar e sair do corpo de TaeMin, e ouvindo as obscenidades que deixavam os lábios do mais novo enquanto seu próprio pênis batia contra sua barriga. 
Respirando com dificuldade, TaeMin olhou para Henry, que estava ali, observando so dois tão arfante quanto si, e chamou-o. Quando o moreno estava ao lado do mais novo, ele lhe olhou, para em seguida, ordenar com demasiado empenho:
— Kyu, para.
Os demais lhe olharam confusos.
— Mas TaeMin...
— Shh — ordenou, ajeitando-se nos travesseiros extremamente fofos e altos daquele quarto de motel. — Eu quero tentar uma coisa.
— Que seria?... — Henry perguntou, a voz rouca.
— Quero vocês dois... — mordeu os lábios, e prosseguiu: — em mim.
O gemido que deixou os lábios dos dois outros foi o suficiente para que uma nova onde de tesão surgisse no corpo de TaeMin, e com pressa Henry ajoelhou-se próximo ao mais novo, ficando por trás de si, enfiando a boca no pescoço dele, e fungando sem piedade. Inspirou o cheio da pele do mais novo, e beijou-lhe a curva do pescoço, indo para o ombro, e para o meio das costas.
KyuHyun entendendo o esquema de Henry, postou-se na frente, deixado sua ereção roçar à dele, fazendo com que pequenos grunhidos saíssem de suas gargantas. Henry alojou-se nas nádegas de TaeMin, permitindo que seu pênis fizesse pressão contra a entrada do mais novo, fazendo-o gemer em expectativa. O maior levantou as mãos de TaeMin, que passou-as pelo pescoço dele, e Henry colocou ambas as mãos na bunda do mais novo, abrindo-as de leve, para que seu membro pudesse deslizar com mais facilidade, assim como a de KyuHyun que ainda arrumava um jeito de se alojar.
E então, para o fim do sofrimento de todos, Henry levantou um pouco o corpo de TaeMin, e com a ajuda de KyuHyun, tiveram espaço o suficiente para juntos e devagar entrarem ao corpo do mais novo.
TaeMin, KyuHyun e Henry gritaram. Um por estar sendo duplamente invadido, gritava por sentir dor e por sentir prazer. Já havia ouvido falar que era uma sensação boa, mas não tanto. E os outros dois por culpa de estarem dentro do corpo quente e úmido de TaeMin, assim como por estarem se friccionando. Era duplamente delicioso.
Ninguém se moveu pelos primeiros cinco minutos. O conforto de TaeMin era o mais importante naquele momento. Ele tombou a cabeça para trás, apoiando-se ao ombro de Henry e mesmo com os olhos marejados, ele não deixou de gemer quando sem querer, para ajeitar-se, Henry moveu-se. 
Passando as mãos pelos ombros de Kyu e olhando-o precisamente, o menor deixou claro que poderiam começar a se mover de verdade, que ele aguentaria. E foi exatamente isso que ocorreu. Henry se moveu primeiro, e logo então KyuHyun o fez. E o vai e vem começou. A orquestra de gemidos recomeçou, e o barulho dos corpos molhados se esbarrando entrou nos ouvidos de todos. 
A mãos algemada atrás da nuca de KyuHyun o impedia de puxar-lhes o cabelo, e por conta disso, sua necessidade aglomerou-se nas partes baixas, fazendo com que TaeMin automaticamente precisasse de mais algum tipo esforço. Ele passou a rebolar nos membros dos dois garotos, que gemiam no pé de seu ouvido, um de cada lado.
Então TaeMin gritou. Como ha muito não o fazia. Primeiro o nome de Henry, e logo que os tremores deixaram se suavizaram e voltou a respirar, gemeu o nome de KyuHyun. E enquanto o mais novo estava sendo dominado por um orgasmo avassalador, ele acabou por contrair-se inteiro, fazendo KyuHyun e Henry friccionarem-se tanto, que nao conseguiu impedir o orgasmo de também lhe invadir. 
Puxando os cabelos do mais novo, Henry cravou os dentes na pele exposta daquele branco pescoço, mordendo-o e bufando. Ainda movimentando-se de leve, pode sentir KyuHyun deixando de vez o corpo do menor. Parou por um momento de fazer qualquer coisa, e apenas olhou para KyuHyun, que notando que o companheiro não havia atingido seu limite, sorriu-lhe malicioso.
TaeMin moveu-se, interrompendo o contato de Henry, que soltou um muxoxo. E antes que pudesse perguntar qualquer coisa, o corpo de Henry já estava sentado na cama, e a boca do mais novo em seu membro, sugando-lhe com avidez, como se desafiasse seu orgasmo. Ao sentir aquela língua em si, o moreno fechou os olhos, e então ouviu KyuHyun sussurrar-lhe enquanto arranhava levemente seu peito:
— Goza, Henry.
E sem  nem ao menos tendo a chance de impedir, TaeMin sugou-lhe com tanta força, ao mesmo tempo em que lhe enfiava dois dedos, e a junção de tudo aquilo com as palavras de Kyu foram as gotas d'água para que o ápice lhe envolvesse como se fosse um grande amigo. E assim os três deitaram na cama, respirando pesadamente, sorrindo cúmplices uns aos outros, para então darem as mãos.

Postado por Scarlett Lefévre às 13:52

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