junho 07, 2013

Profitter.


Título: Profitter.
Classificação: +18.
Categoria: EXO.
Personagens: Tao, SeHun.
Avisos: Homossexualidade, Lemon, Linguagem Imprópria, Yaoi.

Nota da autora: 
                        Não revisei, nem nada. Miahne qualquer erro.




Capítulo Único 

Já passava das duas manhã quando o celular de Huang Zi Tao apitou. Era uma mensagem de texto de Kris, seu grande amigo. Ele desejava boa noite para ele e para SeHun, e lamentava por desta vezes eles terem ficado em quartos separados.
Tao sorriu ao ler a mensagem do louro, e logo devolveu o celular à cabeceira da cama. SeHun estava sentado na cama de Tao pelas últimas três horas. Haviam conversado todo o tipo de bobeira que poderiam e agora estavam entediados. O mais velho jogou-se contra o colo de SeHun que acariciou seus cabelos. Era simplesmente um amor de pessoa, embora as expressões dele sempre passassem a ideia de alguém carrancudo e talvez até antipático.
— Estou entediado! — Tao bufou, enquanto fechava os olhos e permitia-se sentir a carícia de seu amigo e companheiro de banda.
— Também estou — dedilhou o trajeto da testa até a ponta do nariz do mais velho, parando antes de atingir os lábios, os quais observou com uma ponta de malícia e oitavas intenções. 
Aquela área da boca de Tao estava levemente rosada e apesar de ser um tom natural, aquilo, naquele instante havia chamado a atenção de SeHun. O silêncio rondou o local e então o moreno abriu os olhos, fitando os do outro tão perto dos seus. Percebeu que ele encarava seus lábios e por justa causa sentiu-se corar. 
— Hm — SeHun logo procurou por um assunto, mas ainda não havia encontrado.
Tao permaneceu deitado no colo do mais novo, enquanto este mexia veemente no celular, como se estivesse fazendo alguma coisa, quando na verdade estava era apertando qualquer tecla. Acabou por clicar sem querer no ícone da câmera, o que lhe deu uma ideia de assunto no mesmo instante. Focou a lente acima de Tao, que encarava o aparelho com a testa franzida. Assim que ouviu um "click", o mais velho logo entendeu o que ele fazia e sorriu.
— Vamos tirar fotos juntos? — Propôs SeHun, com um sorriso inocente nos lábios, até então.
O moreno concordou com a cabeça no mesmo instante em que se sentava na cama, ajoelhado, como uma criança à espera de um novo brinquedo. SeHun ajeitou-se ao lado de Tao, posicionando a câmera em frente aos dois, e então ambos abriram um sorriso estonteante. SeHun bateu a foto, puxou o celular para si e elogiou a mesma, pelo simples fato de os dois terem saído bastante bonitos.
Era uma noite quente, e a janela do quarto do hotel estava fechada. Tao resolveu se levantar e abri-la. Assim que o fez, a brisa gélida e refrescante tocou-lhe o corpo, fazendo-o suspirar de alívio. Mal reparou na forma como SeHun se esgueirava ao seu redor, chegando perto com aquele sorriso lindo nos lábios que naquele instante estava mexendo com alguns hormônios que talvez não devesse. O moreno espantou os pensamentos não castos que estava começando a querer ter pelo amigo e voltou-se para a janela.
Comentou sobre como a noite estava bela. O mais novo concordou e pediu para que tirassem outra foto, desta vez ali mesmo. SeHun e Tao estavam de costas para o interior do quarto, fazendo com que ficassem confortáveis e em pé desta vez ao baterem a fotografia. 
SeHun aproximou seu resto do pescoço do mais velho, passando a mão pela frente da calça deste, esbarrando em seu membro. Tao estranhou aquele movimento, porém a respiração quente do garoto em sua nuca e a mão dele segurando a barra de sua calça estava distraindo-o.
Tao olhou para o mais novo, que estava bastante próximo de si, e engoliu seco. A grossa boca estava levemente umedecida pela língua de SeHun que acabara de lamber-se, e tal ato só chamou mais ainda a atenção do moreno. SeHun puxou o moreno pelo queixo, aproximando-se do mesmo e depositando um selar no maxilar deste, que não retraiu, como o mais novo pensou que este fosse fazer. Sorriu largamente ao perceber que Tao estremecera com o toque e decidiu tornar-se ousado e continuou a traçar pequenos e leves beijos por toda a extensão do rosto do mais velho até chegar bastante perto de tocar em seus lábios que jaziam entreabertos ansiosos por seus toques.
A mão do mais novo desceu seu caminho, deixando o cós da calça e chegando até as coxas, onde o tocou, fazendo com que Tao soltasse a respiração pesadamente. O moreno estava quase cedendo aos desejos da carne. Aquele aperto em suas coxas, aquela outra mão que agora havia largado o celular no chão e tocava sua cintura, aproximando mais ainda o rosto do pescoço ao invés de tocar-lhe a boca, estavam começando a envolvê-lo rápida e intensamente. 
SeHun levou a língua até o meio do pescoço de Tao, da onde subiu, fazendo uma linha de saliva até chegar ao queixo. Olhou para o mais velho nos olhos e aproximou o rosto novamente, lambendo-o desta vez o lábio superior, para então, após alguns segundos de tortura e troca de respiração, Tao foi beijado.
O beijo era sim intenso e forte, mas os movimentos labiais em si eram suaves, lentos. Feitos para torturar. A língua de SeHun brincava com a do mais velho, lhe explorando cada parte da boca, sentindo totalmente o gosto inebriante deste. O mais novo sentiu as mãos possessas de Tao finalmente cederem à luxúria que existia ali e tocarem seu ombro, dedilhando-o até chegar à nuca, puxando-o de vez mais para um beijo extremamente ardente e necessitado. O cansaço e a necessidade de oxigênio se fizeram presentes e consequentemente Tao afastou-se do mais novo, abrindo os olhos vendo a expressão maliciosa no rosto do garoto.
SeHun voltou a  apertar a coxa do outro enquanto retomava os beijos naqueles lábios, afoitamente. Tao começou a soltar grunhidos de aprovação baixíssimos quando a outra mão do mais novo adentrou-lhe a blusa, tocando-o um dos mamilos
A mão que permanecia na coxa do mais velho, rumou enfim para mais acima das coxas, procurando por alguma indicação de que seu agrado estava sendo mais do que bom. Tao ao sentir o mais novo tocar-lhe a intimidade ainda por cima da calça, ergueu em reflexo seu corpo. 
SeHun viu isso como uma deixa para tirar-lhe a camiseta, liberando seu tronco e voltar então a dar completa atenção àquela área que para SeHun parecia tão apetitosa. Com essa pausa, onde tinha todo o tórax de Tao nu só para si, as mãos do mais novo foram possessivas até a cintura do moreno, arranhando o local e apertando a pele macia que ali continha antes de seus dedos rumarem mais uma vez até o cós da calça e começarem a desabotoar a peça.
Uma vez que a calça de Tao estava devidamente aberta, as mãos do mais novo foram até seu membro levemente desperto e acariciou o mesmo fazendo com que o moreno desse um leve gemido. SeHun estava ajoelhado, enquanto Tao permanecia encostado no parapeito da janela, de costas para o mundo lá fora. O mais velho olhava para baixo e ver seu amigo daquela forma, naquele posição, com a boca tão próxima de seu sexo, era consideravelmente excitante.
 Lentamente a boca de SeHun desprendeu do obliquo do mais velho, — área da qual ele deu atenção especial com os dentes enquanto descia a calça e agora tratava de se livrar logo do pano que permitia que a ereção já formada de Tao ficasse livre para que sua boca a acariciasse como bem queria — e passou a afagar a barriga rapidamente, voltando enfim para a área erógena que era o sexo rijo dele;  traçando uma linha salivar por todo caminho da cintura até o baixo ventre.
Após algum tempo nessas carícias o rosto de SeHun enfim chegou até a cueca do mais velho, retirando-a rapidamente, num só puxão. Tao ofegou alto quando sentiu a respiração do mais novo bater contra sua glande molhada e inchada. Ao perceber que estava completamente a mercê do mais novo, Tao pendeu a cabeça para trás e permitiu-se sentir o prazer que a mão do outro começava a lhe proporcionar.
Tao sentia seu membro adentrar ao túnel que fora formado entre as mãos de SeHun, entorpecendo-se em puro prazer. Mal conseguia acreditar que fazia uma coisa dessas com seu colega de banda! Era uma mistura de excitação pelo ato sexual envolto ali e o prazer em saber que também era completamente errado. Antes que Tao pudesse raciocinar, ou permitir-se parar de divagar sobre o quão pecaminoso estavam sendo neste exato momento, as mãos de SeHun foram substituídas pela quente e molhada boca do garoto que passou a sugar lascivamente a glande do mais velho, que mordia o lábio para evitar sons altos de tanto prazer.
Tao arfou ao sentir a língua do mais novo tocar-lhe a glande e brincar com a mesma antes de colocar todo o membro na boca e movimentar a cabeça de cima para baixo. SeHun continuava ajoelhado no meio do quarto, enquanto Tao pendia a cabeça para trás, ainda se segurando na janela, evitando gemidos muito altos, porém estes ainda teimavam em deixar seus lábios, clamando em puro deleite pelo nome do mais novo.
Então o mais novo fez uma grande pressão contra a glande do mais velho, fazendo grunhir seu nome num tom fino de voz, como de quem estava sofrendo. Uma das mãos de Tao foram rapidamente até os cabelos de SeHun, puxando-os sem delicadeza, e com a total intenção de machucar, ditando para o mais novo a velocidade perfeita. Após mais alguns minutos naquela tortura própria, Tao acelerou os movimentos, fazendo com que o moreno perdesse enfim o controle por sob a própria mão e sobre todo o corpo. O mais novo logo sentiu que o corpo do moreno não iria aguentar por mais tempo.
Sua boca então voltou a focar-se apenas na glande, fazendo movimentos com a língua ali e com as mãos concentrava-se apenas em masturbá-lo enquanto brincava com sua parte sensível. Nesse instante, Tao mordeu o lábio com tanta força que chegou a se machucar, mas não conseguiu dar atenção àquela mínima dor, pois havia alcançado seu ápice.
Seu líquido estava agora dentro da boca do mais novo, que continuava a sugar-lhe o membro, limpando-o de qualquer vestígio de sêmen. Tao encostou-se ao parapeito da janela, deslizando até o chão, fitando o rosto de SeHun que lhe sorria travesso, enquanto lambia um dos dedos, engolindo as últimas gotas dos fluidos do moreno que poderia haver ali.
Tao gargalhou gostosamente, enquanto recolocava sua roupa íntima e ia para a cama. SeHun o seguiu, porém quando estava indo deitar-se na própria, foi interrompido pela visão de Tao sentado no colchão com as pernas dobradas nas laterais e as mãos no espaço do meio e pela voz rouca e cheia de intenções que seguiam aqueles olhos escuros:
— Dorme comigo?

XxX

SeHun não conseguia adormecer desde que deitara na cama com o mais velho. Eles haviam ficado frente a frente, trocando alguns beijos e algumas outras carícias, após o mais novo tê-lo tocado daquela forma. SeHun sentia-se um pouco tímido agora em que o momento era tão singelo.
Após mais alguns minutos de conversa fiada, Tao bocejou e o mais novo mandou-o dormir. O moreno virou-se de costas para SeHun, permitindo-o moldar-se atrás de seu corpo enquanto deixava-se enaltecer em seu sono profundo e satisfeito.
Huang Zi Tao sonhava com um tipo de paisagem. Era uma espécie de floresta. Bastante bonita. Caminhava pelo local como se estivesse perdido, entretanto algo dentro de si dizia exatamente para onde deveria seguir. Seus pés caminharam por longos minutos até que ele finalmente chegasse até uma cabana perdida no meio daquela atmosfera tão cheia de névoa e umidade. Não sentia frio quando adentrou à pequena casa. 
O que sentiu foi calor. SeHun estava sentado numa grande cadeira de couro trajando apenas uma cueca negra. Assim que o mais novo o viu, chamou Tao pelo dedo indicardor. Quando o moreno estava perto o suficiente do amigo, sentindo novamente o hálito dele tocar seu pescoço, o calor tornou-se insuportável. Desejava tocá-lo também. Envolvê-lo em sua boca da mesma forma que ele se lembrava do SeHun tê-lo feito antes. Sentiu o mais novo retirar lentamente sua blusa, acariciando a pele que acabou completamente nua. Gemeu involuntariamente quando aqueles dedos ásperos e ágeis roçaram nos mamilos, beliscando-os de leve. 
Estava tornando insuportável o fato de não conseguir fazer um movimento sequer para ir ao encontro do mais novo. Foi naquele instante em que Tao olhou nos olhos de SeHun e sentiu as mãos dele alisarem sua cintura, numa carícia tão leve que o fez cachoalhar o corpo, em murmúrios físicos de excitação.
Tao sentiu-se ser puxado para um outro mundo. Abriu os olhos encontrando a parede amarelada do quarto do hotel que era iluminada apenas pelo pequeno abajur na cabeceira da cama, ao lado de SeHun que dormia atrás de si.
Ou talvez não dormisse.
O mais velho soltou um suspiro junto de um ofego quando sentiu as mãos do mais novo fazendo aquela carícia em seu corpo, porém o que antes era um sonho agora se tornava real. SeHun o afagava de forma tão simples que soaria até ingênua para alguém de fora. Contudo os arrepios e calafrios que perpassavam o corpo de Tao quando a unha do garoto deslizava por sua pele indicavam o contrário.
Sentia seu corpo esquentar consideravelmente e gostaria que aquela mão estivesse em outro lugar, ou então o apertando com sofreguidão, machucando-o. Era um filho da puta sádico e não podia ignorar esse seu lado que o proporcionava prazeres tão imensuráveis. 
SeHun havia decido o lençol que cobria o torso de Tao enquanto este dormia feito um bebê e estava roçando a ponta da unha por toda a extensão da cintura e das costas. Ao percebê-lo se contorcer, retrair o corpo e em seguida relaxar, SeHun soube que ele havia acordado. Tudo se tornaria melhor ainda. Poderia desfrutar de todo aquele tesão que estava acumulado em seu membro, cujo permanecia um pouco afastado do moreno, para que este ainda não sentisse aquela ereção que cismava de não diminuir.
O mais velho respirou fundo, tentando não soltar nenhum barulho que denunciasse o fato de estar acordado. Para a surpresa do moreno, SeHun remexeu-se na cama, sentando-se nela e levando o corpo em direção das costas de Tao, onde com a boca começou a trilhar beijos molhados. Só parou quando chegou um pouco acima do pescoço do mais velho, vendo-o com os pelos eriçados. Rumou com a boca até o ouvido de Tao, e com uma voz rouca, sussurou:
— Eu sei que está acordado.
Tao sentiu um calafrio em todo o corpo, e remexeu-se na cama, levando sua bunda em direção a pélvis de SeHun, mordendo os lábios ao senti-lo tão duro atrás de si. O mais novo passou as mãos pela cintura, onde arranhou um pouco e enfim chegou na barriga. Puxou aquela área do corpo de Tao enquanto obrigava-o a virar para si. 
SeHun ajeitou-se na cama mais uma vez, ficando sentado no colchão, observando o mais velho que só trajava uma calça de moletom fazer o mesmo e ficar sentado na mesma posição em sua frente. O mais novo levou as mãos até os cabelos de Tao, puxando-o com força e indelicadeza para frente, mordendo-o o lábio inferior e soltando-o lentamente. Abriu os olhos e disse; a voz tão baixa quanto o sussurro anterior:
— Quero transar com você.
Como resposta, Tao soltou um gemido gostoso, enquanto colava seu tronco ao do mais novo. Assim que SeHun passou as mãos novamente pela cintura fina do moreno, fez uma pressão gritante, apertando-o para valer. Para machucar. Olharam-se nos olhos e em seguida o mais novo jogou-se para frente, carregando o corpo de Tao junto, amassagando-o contra o próprio corpo e a parede ao lado da cama — sem deixarem o colchão uma vez que a lateral da cama batia diretamente no muro de gesso. 
Tao alargou o sorriso e as mãos possessas de SeHun que antes estavam na cintura começavam a se acalmar, passeando vagaraosamente com as unhas pelas curvas pequenas do moreno. Alisando-o devagar, sentindo cada parte de Tao. A sensação de fogo que ambos sentiam quando se tocavam os dava vontade de gritar, de gemer até perderem a voz.
O mais velho sem demora tocou os ombros de SeHun, sem demorar as mãos por muito tempo ali, apertado a área apenas o tempo devido, para em seguida começar a retirar a camisa insistente que o menino embestava de deixar no corpo tão esbelto que na opinião de Tao deveria ser mostrado. Principalmente agora.
Logo, o tronco nu do mais novo se chocava com o de Tao, pressionando-o contra a parede gélida, fazendo-os se arrepiar pela milésima vez naqueles poucos minutos.
Tao conseguia sentir a fricção de ambos os volumes e o calor se instaurando naquele ambiente relativamente pequeno. As mãos roçavam pelo corpo alheio, provocando, testando. O mais novo estava louco pelo amante há tempos. Desejava com tanta mesura poder sentir o calor do corpo dele ao redor do seu, daquela intimidade.  
SeHun não demorou-se para beijá-lo com fúria, machucando sua boca por culpa da tamanha pressão que exercia sobre a dele. Suas mãos foram corriqueiras até a calça de moletom de Tao, puxando-a, com a ajuda do próprio moreno. Que permitia-se ficar nu mais uma vez naquela noite para o mais novo.
Sem demoras, o moreno abriu as pernas e as entrelaçou  ao redor de SeHun, — logo assim que estava deixou-o igualmente nu — sentindo sua excitação extremamente perto de seu pronto principal. Ofegou alto e sentiu-se sendo mais pressionado ainda contra a parede. O falo de SeHun roçava em sua cavidade, ameçando penetrar, mas sem nunca o fazer. 
Tao gemeu, puxando os cabelos do mais novo, xingando-o quando a glande molhada adentrou ao seu corpo. As mãos de SeHun estavam espalmadas na bunda do moreno, fazendo-o ficar perfeitamente aberto em seu colo. Gemiam juntos e o som só aumentou conforme o mais novo enterrava seu mastro devagar e com a intenção de torturar corpo de Tao adentro.
— Oh meu d- — Tao não conseguiu terminar a frase, pois SeHun saíra por completo de dentro de seu corpo e em seguida adentrava novamente com mais força do que poderia imaginar, atingindo-o no ponto mais sensível, decorrente da facilidade de acesso da posição em que estavam. 
O mais velho mordeu o lábio com tanta força para evitar um grito que acabou por cortar a boca. Escorria sangue por aqueles lábios tão avermelhados e na penumbra daquela madrugada, SeHun levou a boca mais uma vez até a de Tao, lambendo-o o sangue e chupando-o a ferida enquanto sua pélvis permitia que seu pênis endurecido entrasse e saísse de dentro do corpo de Tao.
Era como se seus corpos fossem explodir. 
Tão graciosa a sensação de terem-se um sobre o outro. Tao não sabia explicar como era maravilhoso ter SeHun preenchendo-o  daquela forma. Com toda certeza não conseguiria dizer nem que o pagassem para. O cheiro do sexo, do desejo e da lúxuria juntamente de ambos os gemidos entorpecia-os a mente, e claro, o corpo. 
Os dois já não se preocupavam se havia gente em outros quartos, ou mesmo até que havia outros membros no quarto ao lado, e se eles estariam ouvindo. O mais velho apenas estava focado em gemer o nome de SeHun enquanto este o estocava cada vez mais fundo e com mais pressão, fazendo-o agarrar e puxar seus cabelos com cada vez mais força,  enquanto tinha a cabeça pendida para trás numa expressão pura de deleite e prazer.
SeHun apertou os olhos, tentando mantê-los abertos também para poder desfrutar da expressão no rosto do mais velho. Tao contraía cada músculo intero, fazendo-o delirar toda vez que entrava ao corpo do moreno.
Após alguns minutos, seu ponto fraco fora tocado mais uma vez e Tao gritou de prazer, apertando e arranhando as costas, e cintura do mais novo, enquanto entre gemidos e urros, o mordia em seu pescoço, nem se importando se doeria. Queria marcá-lo, queria deixá-lo louco. E estava conseguindo. Com toda certeza aquela área iria ficar roxa depois e aquela ideia agradava Tao completamente. SeHun igualmente passou a gemer tão alto quanto Tao, enquanto este ousava abaixo de seu corpo; sentia os rastros de saliva do menor em todo seu pescoço. Sentia que estava próximo do ápice, mas queria prolongá-lo.
— SeHun... Hmm, eu... Oh deus! 
Ao ouvir aquela voz, gemendo daquela forma para si, foi quase que o ponto máximo para SeHun, mas ainda não. Conseguiria desfrutar mais um pouco do calor interior de Tao, que agora mordia com mais força ainda seu pesoço, indo até o ombro, chupando a área na tentativa de abafar os sons animalescos que sua gargante insistia em soltar.
Por justas causas, SeHun não conseguia proferir uma frase conexa sequer. Num ato desesperado, largou as mãos da bunda de Tao, levando-as para os cabelos molhados de tanto suor do moreno, puxando-os, fazendo-o inclinar a cabeça e ter seu pescoço exposto por completo á mercê de si. 
O mais velho sorriu largamente, sentindo-o deixar totalmente seu corpo, fazendo-o ficar com o vazio que a falta daquele sexo fazia quando não deslizava para dentro do si, num ato carnal do mais puro e verdadeiro pecado capital, e sem menores demoras, SeHun voltou a penetrá-lo por completo, numa força e pressão indescritível. 
Tao soltou um berro um berro ensandecido de prazer, sentindo com aquele movimento, o ápice lhe dominar. Recebeu seu segundo orgasmo da noite, e desta vez ele vinha deliciosamente vagaroso, inundando suas veias, afogando seu sistema por completo, de forma longa e deliciosa, simplesmente. Estava entrando em pane. longo 
O mais velho relaxou contra a parede, ofegando. Parou para pensar em como havia tido um orgasmo tão maravilhoso com apenas a penetração. Havia tanto tempo que isto não acontecia... Olhou enfim para SeHun e mordeu o lábio inferior, feliz ao perceber que havia ele gozado juntamente consigo, sentindo o líquido do mais novo escorrer dentro de si. 
Tao só se deu ao trabalho de de fato acreditar na intensidade daquela transa quando percebeu que o outro havia lhe feito um corte clavícula ao ter chegado ao ápice. O local ardia de leve e estava levemente inchado, mas nada que maquiagem não escondesse, é claro.
Assim que se separam, o SeHun pegou-o pelo queixo, beijando-lhe um tanto quanto apaixonadamente ao mesmo instante em que o puxava para deitar-se de volta á cama. 
Seus corpos nus, totalmente anestesiados pelo clímax daquele ato sexual tão deliciosamente bem feito anteriormente, totalmente dentro do prazer, envolveram-se pela segunda vez naquela noite, porém agora sem malícia. Estavam sendo carinhosos naquele momento, desfrutando daquela hora pós-foda que estava saindo melhor do que na teoria. SeHun levou uma das mãos até a de Tao, enquanto beijava-lhe a testa e murmurava um boa noite manhoso, cheio de sono. O mais velho apenas sorriu, aconchegando o rosto mais perto do corpo do mais novo.
E foi entrelaçando as mãos que ambos pegaram no sono.
Postado por Scarlett Lefévre às 17:41

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