junho 17, 2013

Sonata of Temptation, chapter 4 - Pureza labial? Corporal? 404 ERROR.

Nota da Autora: 
                  MAS OLHA SÓ QUEM CHEGUEI (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧
ADIVINHEM DE QUEM É O ANIVERSÁRIS TODAY (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧
DA TIA CHULLE, TOKIE, SKY, NHAMDR, OU SEJA LÁ COMO VOCÊS ME CONHEÇAM, POR ISSO SIMBORA SE JOGAR NAS HEECHURINAS DA VIDA E (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧*:・゚✧ 
BORA GENGADA: SAENGIL CHUKHAKAMNIDA SAENGNIL CHUKHA não? ok.
Boa leitura, butterflies.



— HeeChul?
            Perguntou o professor, olhando de cima abaixo para o moreno, percebendo como ele estava extremamente bem vestido, e mesmo sob as luze colorias que iam e vinham da posta de dança, ele continha um brilho único. Brilho que nunca passou despercebido por ele ou qualquer outro lecionador daquela escola.
— Eu mesmo, professor — piscou os olhos, angelical. — O que faz tão tarde aqui? Achei que fosse daqueles mais caseiros — arqueou a sobrancelha, malicioso.
— Mesmo? — O professor gargalhou, e após alguns segundos, recuperou-se do pequeno ataque de riso, e bebericou sua bebida cor de rosa. — Acredite, HeeChul. Nós professores fazemos muito mais do que apenas dar aulas — piscou de leve.
            HeeChul definitivamente gostou daquela ousadia, e com isso uma nova ideia perpassou sua diabólica mente, que desde cedo trabalhava mais do que o normal.
— Bom saber...
— HeeChul! — Zhou Mi apareceu gritando, e com um leve pulo, ergueu as mãos, apoiando-as nos ombros do amigo, e quando olhou para frente, finalmente percebeu a presença do mais velho dos três. — LeeTeuk? É você?
— Não, Zhou Mi. É só minha forma plasmada aqui. Eu to na verdade dormindo lá em casa — respondeu etéreo.
            O chinês riu, mesmo que tenha revirado os olhos primeiro, e entornou o resto do líquido que estava em seu copo garganta abaixo. Alisou a cintura do moreno, e então bateu-lhe nas costas.
— Boa sorte.
            E saiu, deixando LeeTeuk e HeeChul no bar daquela boate. Sabia o que o amigo iria aprontar, e esperaria pelas boas notícias no dia seguinte. Até lá, iria jogar-se com SungMin na pista, colocando toda sua loucura interior nos passos de dança, até que todos os homens daquele local estivessem de pau duro.

—X—

— Parece gostoso — HeeChul comentou simplório, sentado a beira da cama, com as pernas cruzadas elegantemente. — E não tô falando da comida — sorriu.
            O professor soltou uma gostosa gargalhada, enquanto balançava a cabeça negativamente e focava-se em abrir a garrafa de champagne — a de whiskey já estava aberta e metade dela já havia sido consumida há poucos minutos —, que estava ao lado de uma bacia prateada lotada de frutas vermelhas.
            Logo, entregou uma taça simples, porém bela para HeeChul, que aceitou-a de bom grado, bebendo seu conteúdo rapidamente, enquanto abria as pernas, e com as mãos puxava a cintura de LeeTeuk.
            Uma vez de frente para aquele corpo, o professor começou a acariciar seus cabelos negros e macios, com bastante preguiça, talvez fosse efeito das bebidas. Realmente, LeeTeuk sabia que havia passado da cota, e tinha enfiado mais álcool em seu corpo do que o aconselhável. Sua sorte era que amanhã ele não teria nenhuma aula para dar, e assim, poderia passar o dia deitado curtindo, ou odiando — provavelmente os dois — sua ressaca.
— LeeTeuk-ssi — chamou o moreno, a voz manhosa, e as mãos brincando com a barra da blusa verde escura do mais velho.
— O que foi?
— Você me deseja? — perguntou após lamber os lábios, e enquanto olhava nos olhos do professor.
            O mais velho riu da informalidade, aproximando sua boca daquela outra tão carnuda e que desde sempre o fizera querer beijar-lhe. Tocou aqueles lábios, sugando  inferior um pouco, brincando com o moreno, sentindo as mãos dele acariciarem sua cintura agora por debaixo do pano da camisa.
— Desejo.
            HeeChul sorriu, e puxou a camisa dele para cima, e com a ajuda do professor, em poucos segundos aquele pedaço de pano estava jogado ao chão, e a saborosa boca do moreno deslizava sobre a pele de LeeTeuk, que arrepiava-se a cada toque.
— LeeTeuk-ssi — chamou-lhe a atenção, e vendo que ele olhara para baixo mais uma vez, encarando seus olhos, prosseguiu: — Antes que a bebida faça um grande estrago, eu quero lhe perguntar algo.
— Que seria...? — Indagou, alisando novamente os cabelos de HeeChul, descendo as mãos para o pescoço, tocando então os ombros. Puxou de leve o material fino da blusa do moreno, e puxou-a completamente, retirando-a.
— É verdade que deitou-se com o DongHae? — perguntou objetivamente, fazendo uma expressão de quem estava sentindo, como se a ideia de ver o professor com outro aluno fosse algo que lhe incomodasse intimamente, ato que surpeendeu LeeTeuk.
— Hm... — o professor pareceu pensar, apesar de manter um sorriso um pouco sonso nos lábios, dos quais tocara novamente o rosto de HeeChul, beijando-lhe a bochecha, e escorrendo em direção a orelha, mordendo-a de leve. Voltou então para a posição inicial, com as mãos nos cabelos escuros e os olhos perto dos do aluno. — Como ficou sabendo disso?
— Então é verdade?
— Talvez.
— Conte-me, LeeTeuk-ssi — pediu, os olhos tão pidões quanto seu tom de voz, denunciando uma falsa agonia. — Eu quero saber.
— Por quê?
            HeeChul sorriu, e olhou nos olhos de LeeTeuk mais uma vez, antes de levar a mão para a nuca do professor, e aproximar as duas bocas, para roçar seus lábios aos dele, criando uma friccção gostosa, e aumentando a vontade de se atracarem o mais rápido possível. Com uma voz rouca, murmurou:
— Porque aí eu vou fazer melhor.
            Dominado por uma vontade exacerbada e talvez até errônea de possuir o corpo do moreno, LeeTeuk, sob as próprias vontades e sob os efeitos do álcool jogou HeeChul na cama, sentando em cima de si, e invadiu-lhe a boca com a própria língua, saboreando-o e seduzindo-o, enquanto suas mãos tratavam de abrir-lhe as calças, acariciando seu sexo, levemente desperto.
            HeeChul cortou o beijo por falta de ar, e mordeu mais uma vez o lóbulo de seu professor, sabendo que ali era um dos pontos certos para que ele ficasse arrepiado. Ouviu um grunhido deixar a garganta de LeeTeuk, e as mãos dele apertaram-se envolta de seu pênis, massageando-o ainda que por dentro da roupa íntima.
            LeeTeuk respirava pesadamente, e enquanto com uma mão tratava de alisar-lhe as partes erógenas, a outra mão estava trabalhosa na calça, tentando puxá-la para baixo, enquanto sua boca explorava o pescoço exposto, branco e belo do moreno. Após alguns segundos havia conseguido puxar a calça até a metade da perna, e sua boca havia rumado para a orelha dele. Conseguia ouvir a respiração pesada de seu aluno perto de seu próprio ouvido, e com a voz tão rouca quanto a do moreno, ele finalmente respondeu-lhe.
— Não.
— Não o quê? — rebateu o mais novo, um pouco desnorteado, girando o corpo, fazendo LeeTeuk deitar-se, enquanto ele mesmo retirava as calças que pendiam entre seus joelhos, e ficava apenas nas suas boxers brancas.
— Não transei com DongHae.
— Ah, que pena. — suspirou, e então voltou para o corpo de LeeTeuk, sentando-se em sua pélvis, roçando seu membro contra o dele, causando um atrito prazeroso e tentador. — De qualquer forma, — afastou-se do quadril do professor, e voltou com mais força que antes, rebolando em seguinda, sentindo-o duro entre suas nádegas — a perda dele é o meu ganho.
            LeeTeuk rolou o corpo de HeeChul de volta, caindo por cima dele, entretanto HeeChul repetiu o ato, empurrando o professor mais uma vez. Levantou-se e rapidamente arrancou os sapatos, a calça e a cueca do mais velho, deixando-o finalmene nu e rígido para si. Em um novo salto, HeeChul sentou na barriga de LeeTeuk, ficando voltado para seu pênis umedecido e pulsante, envolvendo-o com as mãos e em questão de segundos, com a boca, enquanto arrumava seu corpo, deixando sua bunda exposta para LeeTeuk, que agarrou-a, apertando-a com força e dando também de cara com o membro do moreno.
            Sabendo como e o que fazer, LeeTeuk abocanhou o sexo de seu aluno, ouvindo gemer cntra seu próprio pênis, arrepiando-se com aquilo. Seguido disso, os gemidos roucos e quase completamente abafados, o barulho entre o encontro de dois corpos dolorosamente excitados e suados resultou em alguns dos mais deliciosos orgasmos, que invadiu a garganta dos dois homens que ali se encontravam.
            Agora jogados na cama, suados, e principalmente, manchados de sêmen e saliva, os dois olhavam-se e riam da bagunça que fizeram. Para HeeChul, aquilo foi realmente um ganho. Descobriu o que queria, e ainda chupou o professor que todos consideravam gostoso. Não tinha como ficar melhor.
            Ou talvez tivesse.

——X——

            Zhou Mi havia acabado de sair do quarto. Estava com sono ainda, mas tinha coisas para fazer, como terminar alguns trabalhos, e apesar de ser domingo, o dever lhe chamava. Deveria ter sido mais responsável e terminado durante a semana. Mas apenas deu de ombros, tinha capacidade o suficiente para terminar aquilo em menos de uma hora.
            Uma hora essa que poderia esperar. O chinês ruivo estava indo para o quarto de seu melhor amigo descobrir como foi a farra com o professor. Sorriu malicioso, enquanto batia duas vezes na porta, e sem resposta, levou as mãos para a maçaneta, abrindo-a e encontrando um HeeChul saindo do banho, apenas com os jeans abertos, e a a cueca a mostra.
— Fala tudo, vadia. — Zhou Mi ordenou, sentando-se na cama, vendo o moreno retirar a toalha dos cabelos e balança-las contra as madeixas úmidas.
— Primeiro, vadia é tua tia — respondeu, olhando-o de solsaio, e então sorrindo travesso, como era de se esperar. — Segundo: Salve Afrodite!
— Agora me conta o que você andou armando.
— Então — HeeChul esticou o corpo, pegando uma escova de cabelo que estava perto do travesseiro e tomou fôlego, pronto para começar a contar. — Eu pedi ao Henry Bi-Lau que de bi não tem nada pr- CASSETE, ZHOU MI! — HeeChul resmungou, passando as mãos na testa, aliviando a dor que ali se instalou por culpa de um tapa do ruivo. Ignorou o "que merda de piada, HeeChul" e prosseguiu: — Pra distrair o DongHae enquanto eu ia no quarto dele e tentava descobrir algo sobre a suposta fita, mas o ShinDong não me deixou tempo suficiente sozinho, e eu não achei nada de útil naquela merda.
            Zhou Mi suspirou, e olhou pra ele com a expressão de que ele obviamente tinha que prosseguir, por motivos óbvios.
— Entãããããão — o moreno sorriu, lembrando-se da noite anterior —, voltamos pra parte em que eu chamo você pra sair e aqueles filhotes de cruzcredo vem junto, e pulamos pra parte onde você me dá boa sorte. Terminando enfim com o fato de que eu tive o melhor sessenta e nove da minha vida ontem — finalizou colocando as mãos sobre o coração, como se estivesse falando de sentimentos e não de preliminares.
— Mas então é verdade que o LeeTeuk é o professor da fita?
— Ah não! — Exclamou o moreno. — Ele disse que eles não transaram. Ou seja, foi outra criatura. E eu tenho praticamente certeza de que foi o inspetor punheteiro.
— Por que tanta certeza? — Indagou Zhou Mi, levantando-se, e olhando-se no espelho que ficava no criado mudo do mais velho.
— É óbvio. O jeito que eles se comem por olhar é um exemplo.
— Mas todos aqui se comem por olhar.
— Justo.
— Bom, que seja, agora vou pra biblioteca. Até mais, mon amour.
            Zhou Mi saiu do quarto, deixando HeeChul com vontade de zoá-lo por ter de estudar com KyuHyun, mas o ruivo não lhe dera tempo o suficiente para isso. O moreno resolveu deixar o quarto e enquanto percorria os corredores em direção ao pátio coberto, passou em frente ao dormitório de DongHae e ShinDong, vendo que o moreno estava sozinho mexendo no notebook, aproximou-se, escorando-se na porta, e esperando o mais novo notar sua presença.
— Hyung — DongHae pronunciou-se, vendo o maior entrar em seu quarto, fechar a porta e encarar-lhe com aquele olhar predatório.
— Como vai, DongHae?
— Bem, e você?
— Ótimo. — HeeChul andou um pouco para o lado, esbarrando o pé sem querer numa grande caixa preta que até então não havia visto.
— YA! Cuidado, HeeChul! Essa caixa tem coisas importantes.
— Desculpe. — Pediu, voltando a encostar-se na porta.
            DongHae levantou-se desta vez, e caminhou até a direção de HeeChul, ficando um pouco próximo à ele. A televisão estava ligada, e o mais novo até então nem estava prestando atenção. Quando ouviram barulhos de suspiros, beijos e leves gemidos, os dois garotos olharam para o aparelho televisor e perceberam que havia uma cena de quase sexo acontecendo. Provavelmente algum filme de besteirol.
— Vendo essas coisas, Hae? Por que não me chamou? — HeeChul zombou, rindo em seguida, percebendo que o menor voltava a olhá-lo.
— Ia chamar você pra quê? — rebateu, o tom de voz despótico.
— Pra te ensinar mais uma vez como se faz as coisas.
— Que coisas? Diga-me, Hyung.
— O mesmo que fazíamos antes, DongHae — olhou-o desafiador. — Porém agora não se trata mais de beijos, ou pureza labial.
— Sexo.
            DongHae disse, simples, sem dúvidas ou receio. Era apenas a constatação do mais nítido fato de que HeeChul estava passando a relação dos dois para outro nível. Anteriormente eles treinavam beijos na boca, pelo puro prazer de beijar. Entretanto o foco agora era outro.
            Sem fugir, na verdade torcendo pelo momento, DongHae aproximou-se, com um leve sorriso no rosto. O corpo coberto apenas pela camisa azul, e os jeans desabotoados. O cabelo bagunçado, mas ainda assim arrumados. A pele branca e marcável, e os braços levemente torneados. Aquele corpo estava aproximando-se de HeeChul, e então ele parou. A respiração do menor ofegante, enquanto eles dois se olhavam nos olhos, e lembravam-se da primeira vez.
            Era sempre tão selvagem.
— Vou te foder, DongHae.
— Agora.
            Dito isto, HeeChul arrancou a camisa do menor, enquanto ele fazia o mesmo com a sua, logo após enchavear a porta de madeira. DongHae demsontrava-se tão afoito quanto o maior, e por culpa da afobação, suas mãos estava tremendo de leve enquanto abria o jeans do moreno, e puxava-o para baixo.
            Uma vez ajoelhado, terminou de tirar a roupa de HeeChul, deixando-o só com a boxer vermelha. Olhou para cima e encontrou a protuberante ereção demarcada naquele pedaço de pano; alisou-a uma vez antes de puxar a roupa íntima do mais velho, levando-a até o chão, vendo os pés dele se levantarem para que a cueca pudesse passar enfim.
            HeeChul olhou para baixo e não pode evitar soltar um gemido quando as mãos de DongHae envolveram seu pênis e o massagearam, ao mesmo instante em que seus olhares se fixavam. Era simplesmente excitante demais.
            DongHae empinou o corpo, e levantou-se de leve. No percurso lambeu toda a extensão do membro rígido do mais velho, brincando um pouco com o prepúcio, ouvindo o típico gemido exaurido que deixava a garganta do maior toda vez que ele fazia aquilo. Levantou-se enfim, e agora estava próximo da boca carnuda dele.
            Estando assim, inicou-se um beijo fugaz e necessitado, enquanto as mãos de HeeChul passeavam pelo corpo do menor, arrancando suas vestimentas no percurso. Agarrou a ereção do moreno, e passou a masturbá-lo enquanto ouvia DongHae grunhir contra seu pescoço, mordendo-o em seguida.
            As mãos de HeeChul enfim foram para a bunda do menor, acariciando-a e apertando-a. Afastou-as enquanto a pegava bem por debaixo, fazendo força para que o corpo de DongHae subisse. Este entendendo o que o mais velho queria, tomou impulso, abriu as pernas e pulou contra a cintura de HeeChul, podendo sentir a ereção dele esfregar-se contra sua entrada deliciosamente ansiosa. E sem aviso, preparação, ou coisa parecida — com DongHae não era preciso nada disso —, HeeChul invadiu-lhe.
            Penetrou-lhe. Gostoso. Fundo. Deliciosamente dolorido. E o grito ricocheteou as paredes bem construídas, enquanto as mãos do mais novo iam de encontro com os ombros claros e largos, apertando-os, fincando suas unhas neles.
            O prazer e a dor movimentando-se juntas, preenchendo o corpo de Lee DongHae através do ato carnal e animalesco que os quadris de HeeChul faziam dentro de si. Conhecendo-o a cada estocada, acariciando seu interior e proporcionando-lhe um nível de prazer que há muito não tinha. De fato, alguns caras não nasceram para transar. Enquanto outros tinham que viver apenas disso.
            HeeChul e DongHae com certeza cabiam ao segundo pódio. Naquele instante, entrando e saindo do mais novo, o maior permitiu-se enaltecer no prazer, enfiando-se mais e mais fundo dentreo do outro. Ouvia DongHae gritar em seu ouvido, puxar seus cabelos, pedir por mais. E oh, ele daria. Ele estava dando. Ele podia ver e ouvir o prazer do mais novo, e aquilo instigava e excitava sua masculinidade.
— De novo — ordenou HeeChul ofegante. — Diz meu nome de novo.
— Oh HeeChul! Isso! HeeChul!
            DongHae nem precisou de dois pedidos, faria aquilo de qualquer maneira. Estava se sentindo tão bem, e estava tão próximo de gozar, que qualquer estímulo extremamente correto o faria ir ao céu e voltar.
            Parecendo até saber disso, HeeChul rebolou o quadril enquanto se afastava do interior do mais novo, e rebolou também para voltar, estocando-o na profundidade certa, no lugar certo. Quando DongHae teve sua próstata tocada daquela forma, pré inconsicência. O moreno jorrou conta a barriga de HeeChul, enquanto o apertava por completo, sentindo-o penetrar-lhe mais três vezes, até se entregar também para o magnífico e potente orgasmo.

——X——

            Ao sair do banheiro, agora completamente limpo e cheiroso, HeeChul digitou uma mensagem de texto para Zhou Mi chamando-lhe para jantarem juntos. O mais velho desejava ir à algum restaurante francês, queria um ótimo prato de massa. Estava faminto. Queria também passar algum tempo com seu melhor amigo, contar-lhe tudo o que havia acontecido, e também debater sobre seus futuros planos. Talvez Zhou Mi pudesse vir a calhar para o encontro da tão polêmica fita. HeeChul realmente queria ver o conteúdo daquele objeto.

            E enquanto olhava-se no espelho, vendo como aquela blusa social negra lhe caía bem, assim como suas calças, e obviamente seu penteado, HeeChul teve certeza de que se gabaria para o resto da vida de ter fodido o rabo daquele que tantos desejavam.
Postado por Scarlett Lefévre às 12:37

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