junho 02, 2013

Sonata of Temptation - Side Story —x— Cheating.


Título: Cheating.

Categoria: Super Junior.
Classificação: 18 anos.
Gênero: Amizade, Yaoi.
Contém: Homossexualidade, Sexo, Linguagem Imprópria.


Nota da Autora: 
              Heeeeeeeeey, butterflies! Em especial os leitores de Sonata of Temptation (SoT).
Tá aqui outro capítulo especial, porém nem tão especial assim (?). Essa parte é uma que antecede os capítulos atuais de SoT. É de antes das férias começarem, afinal, agora é um novo ano letivo.
Boa leitura. <3
Ps: não betei/revisei. Qualquer erro, sorry sorry.

Unic.




— Porra, KyuHyun!

DongHae resmungou, quando sentiu sua barriga bater contra a parede gélida da cor de mármore da sala de vídeo, enquanto o frio da construção perpassava o pano de sua blusa social branca, enquanto aquelas mãos apertavam sua cintura, envolvendo-o, mantendo-no presao. Os lábios furiosos e cheios de malícia mordiscavam a pele exposta do pescoço do moreno, chupando tal lugar com um fervor contido há semanas. 

O menor empurrou o mais novo, afastando-o de si, e olhou-o de cima à baixo, devorando-o com os olhos, envolvendo-o mais intensamente na áurea sensual que as rondeavam, trazendo-o para os delírios que transpareciam em suas orbes. Ele era sua pequena presa, e si próprio era a presa dele. Totalmente recíproco. Um desejo ensandecido. E por culpa de tal desejo, foi que as mãos do mais velho foram até a blusa preta e também de estilo social do moreno, puxando-a para os lados sem a menor delicadeza, arrancando alguns botões, enquanto outros apenas se soltaram. 

KyuHyun passou a dar mordidas fortes e nada castas na pele branca do mais velho, que agora gemia baixo e controladamente. Suas mãos indecisas em tentar arrancar a blusa social agora estragada e em abusar daquela pele alva. O mais novo não suportando mais aquela vontade, finalmente colou o corpo novamente aos do moreno; a boca mais uma vez acariciando o pescoço, mordendo de leve, e complementando tal verocidade com lambidas. Indo até a orelha, sussurrando adjetivos nada castos, e então rumando para a boca. 

Lambeu-lhe os lábios sedosamente, brincando com ele, testando. Evitava propositalmente terminar com tal sofrimento, e os hálitos passaram a se misturar, fodendo com a paciência e a força de vontade de ambos. Os dedos mais velho dedilhavam todo o torço do maior, começando a adentrar o material fino da blusa, encontrando sem demora os botões daquela irritante blusa. E foi quando finalmente tocou-lhe os lábios, primeiro o inferior. Sugou-o com uma delicadeza nada digna para o momento, em total contradição à seus dedos, que exploraram todo aquele tórax, ainda vestido, alisando por cima do material fino aqueles mamilos já rígidos e ansiosos.

Um gemido rouco deixou a garganta do mais novo, e o maior passou para o lábio superior. Mordeu tal área, enquanto os dedos ágeis abriam aqueles malditos botões. Eram apenas cinco. Dois já haviam dado adeus quando a língua do mais velho invadiu a boca do moreno, chamando-o para um beijo, que mais parecia uma batalha. As línguas sussurravam promessas incoerentes.

E apenas quando o ar se fez necessário, o moreno se afastou, ofegante, e ensandecido. Todo seu estado estava refletido nos olhos do homem à frente.

A luz que entrava pela janela era o suficiente para que eles pudessem enxergar tudo o que precisavam. Um pouco relutante pela falta óbvia de calor, o maior descolou um pouco seu corpo do do outro e levou as mãos até o pênis já ereto do mais novo, apertando-o e ouvindo-o grunhir em seu ouvido, enquanto puxava seus cabelos castanho avermelhados.

— Caralho, Kyu... — grunhiu, mordendo o lóbulo do mais novo, enquanto ele lhe apertava novamente, incendiando suas veias com mais uma tsunami de desejo.

KyuHyun nada disse, e apenas puxou-o pela mão, colocando-o em sua frente, aproximando-se gradativamente da mesa de trabalho do outro, que estava livre da monteira usual de papéis e aparelhos tecnológicos. Afinal, eles nem sequer ali deveriam estar. Ficaram para uma reunião com todos os outros alunos, entretanto como eram alguns dos melhores e mais centrados no trabalho que faziam, mesmo quando todos deixaram local, ambos sentaram-se em uma das grandes mesas, e ficaram discutindo sobre o que deveriam ou não fazer. Até o momento em que a tensão sexual que guardavam há tempos estourou. 

E por tal desejo, agora o mais novo havia pego nos cabelos do moreno, e com a outra mão, pressionou-o pelas omoplatas, até que ficasse curvado.

O mais velho apoiou os pulsos à mesa e o maior depositou o próprio corpo por trás do dele, beijando-lhe a orelha, mordendo-lhe o lóbulo, respirando pesadamente. Com as mãos, terminou de abrir a camisa, retirando-a sem se dar ao trabalho de descolar a boca daquela pele saborosa. Os dedos dedilharam o pescoço, indo então para o colo, até alcançar aqueles mamilos entumecidos, e uma onda de prazer rondou o corpo dos dois homens. Com o polegar e o indicador, o moreno beliscou ambos, fazendo o mais velho soltar um gemido alto, deliciosamente contido. Afastou a boca do pescoço, indo para a parte de trás dos ombros, mordiscando ali, enquanto as mãos apertavam e massageavam uma de suas áreas favoritas.

Área que daria atenção depois.

Ainda mordiscando os ombros do mais velho, KyuHyun passou a abrir a calça do terno do outro, tocando-lhe a ereção por cima do pano colante da cueca box, enquanto após poucos segundos, desceu os beijos para o meio das costas, até chegar ao cós da calça, ajoelhando-se e puxando o pedaço de pano incômodo para baixo, juntamente da roupa íntima. 

Mordeu-lhe de forma sapeca a bunda recém exposta e levantou-se, voltando a beijar-lhe na orelha. Suas mãos arranharam a pele clara das costas, indo e voltando torturosamente, enquanto respirava ruidosamente no ouvido dele, vendo-o se arrepiar e segurar os gemidos. Desceu os arranhões para a bunda, alisando-a e dando um leve apertão, grunhindo ao fazê-lo. Afastou o corpo alguns poucos centímetros, para projetar sua mão para cima, e descê-la com força, estapeando-lhe as nádegas, deixando uma marca vermelha no formato de sua palma, ouvindo um muxoxo de aprovação e reprovação.

— Cale a boca, DongHae — ordenou o mais novo apertando-lhe novamente. — Eu sei o quanto você gosta. 

KyuHyun alisou o corpo do moreno inteiro, até chegar novamente nos mamilos doloridos dele, e apertá-los mais uma vez, porém sem a menor das delicadezas, enquanto desferia no mais velho outro tapa. A boca ainda colada na orelha do moreno.

— Eu sei que você gosta de tudo que eu faço com você.

— KyuHyun... — DongHae grunhiu mais uma vez, dessa vez em um tom esganiçado, totalmente desesperado. 

Aqueles tapas estavam realmente lhe excitando, e por mais que odiasse admitir, amava quando o mais novo agia de forma sacana e fala obscenidades.

— Você gosta quando eu sou grosso e gráfico — estapeou-lhe mais uma vez —, e de quando eu te trato como uma vadia — levou os dedos para o meio das nádegas do mais velho, e enquanto sua outra mão lhe beliscava o mamilo, aquela outra empinava dois dedos e o penetrava sem a menor cerimônia. 

— Sabe, Kyu... — DongHae começou, com a voz rouca e a respiração extremamente descompassada —, eu quero admitir uma coisa...

KyuHyun não se importava se ele estava falando ou não. Em momento nenhum seus dedos pararam de se movimentar para dentro e para fora do corpo do moreno, preparando-o e moldando-o para o melhor momento, afinal, ele adorava a forma como eles pareciam um casal de animais.

— Diga, Hae.

— Eu sempre, OH DEUS! — DongHae gemeu quando os dedos de KyuHyun adentraram seu corpo de forma violenta e profunda. — Hm... Eu sempre quis que você me fodesse nessas mesas.

Então as mãos de KyuHyun pararam com qualquer movimento. DongHae sorriu de lado, um pouco chateado pelo mais novo ter parado de provocar-lhe, mas ele sabia que o que estava por vir era mais gostoso ainda. E sabendo exatamente o que fazer para que KyuHyun largasse qualquer consciência de sanidade, complementou:

— Meu namorado com certeza vai perder pra você.

KyuHyun bufou, e o barulho de um pano caindo ao chão e de um cinto batendo contra o piso entrou nos ouvidos de DongHae, ele soube exatamente que entraria em combustão. As mãos possessivas e brutas de KyuHyun entraram em contato com sua cintura exposta e então a pélvis do mais novo roçou em sua bunda, fazendo com que soubesse exatamente a dureza da ereção do maior. Dureza que ele fazia questão de esfregar na entrada melada e ansiosa de DongHae.

— Quer dizer que você pensa em mim te fodendo aqui? — moveu-se um pouco, ficando exatamente na entrada de DongHae, que gemeu sôfrego. — E aposto que pensa em mim quando ele te pega também, não é, Hae? — entrou em DongHae vagarosamente, colocando apenas a glande para dentro, ouvindo-o xingar-lhe e contrair-se contra a ponta de seu pênis. 

— Penso, Kyu — respondeu, a voz saindo apenas em gemidos, e como incentivo, KyuHyun passou a penetrá-lo novamente, mas ainda devagar demais. — Penso quando tô com ele, ou quando estou tentando estudar — soltou o ar —, mas acabo não conseguindo, porque eu fico querendo te chupar o tempo inteiro, e então eu tenho que ir até você — puxou mais oxigênio, sentindo-o cada vez mais fundo —, e finalmente posso sentir prazer. Porque você, KyuHyun, você ainda vai me matar.

KyuHyun grunhiu, saindo do corpo de DongHae, e quando ele ia reclamar, meteu-lhe com toda a força que conseguiu, para apenas sair de novo e voltar a estar dentro dele mais uma vez.

— PUTA MERDA!

DongHae gritou e esmurrou a mesa, apoiando-se melhor nas duas mãos, ficando mais e mais empinado para KyuHyun, que insistia em sair de dentro de si, e a foder-lhe como nunca antes fizera. DongHae sabia que ciúmes era um dos combustíveis mais deliciosos para fazer KyuHyun lhe comer como nunca, e também sabia que assim como si, KyuHyun adorava quando ele falava aquele tipo de coisa, principalmente se colocasse-o como prioridade. O que realmente era.

O maior apertava a cintura do mais velho com força e aquilo com certeza criaria roxos enormes, mas quem se importava? Ele com certeza não. E por isso continou os movimentos intensos e rápidos, até atingir-lhe no ponto mais prazeroso que tinha, onde quando o fez, recebeu um enorme grito como resposta. Era um pedido por clemência de DongHae, e um agradecimento sofrido por todo o prazer recebido, que era exposto e entregue ao mundo através de um orgasmo avassalador, que fazia o mais velho tremer inteiro, e sentir-se próximo de até mesmo desmaiar. Mas seu corpo era forte, e em poucos segundos trazia-o de volta. E ao trazê-lo novamente à consciência, acabou por senti-lo ainda dentro de si, metendo, fodendo, espancando-o com seu membro enrijecido e pulsante, e uma nova onda de prazer corria pelas veias de DongHae, fazendo-o ordenar:

— Kyu, goza em mim.

KyuHyun riu pelo nariz, achando levemente engraçado aquele pedido, achando DongHae levemente lerdo, pois era exatamente o que ele iria fazer. Gozaria dentro do mais velho, como de costume. Porém quando as mãos de DongHae impediram seu pênis de voltar para dentro dele, e o corpo do menor virou-se para si, KyuHyun percebeu que o mais velho realmente queria outra coisa. Entretanto apenas quando aquelas palavras tão sujas saíram da boca do menor, foi que KyuHyun finalmente entendeu.

— Goza na minha boca.

O gemido que saiu da boca do mais novo foi realmente animalesco, e o corpo de DongHae ressalvou em expectativa. Caiu de joelhos em um instante, segurando aquele pênis molhado e pulsante, enfiando-o inteiro na boca, até atingir o fundo da garganta. Sabia que KyuHyun adorava quando fazia isso. 

Moveu a cabeça para frente e para trás, sentindo o mais novo puxar-lhe os cabelos, enquanto gemia incoerências. O corpo de KyuHyun inteiro tremendo, e ter aquela língua esfregando-se em si por completo, brincando com sua glande, enquanto a boca o sugava como se fosse um doce não era uma das melhores coisas para se manter no controle. E para melhorar a situação, DongHae passou a massagear os testículos de KyuHyun, para que ele realmente gozasse logo, e ficasse tão satisfeito quanto o mais velho já estava. 

E foi gritando o nome de DongHae que KyuHyun finalmente permitiu-se relaxar e expeliu todo seu fluido na boca do mais velho que não parou um momento sequer de chupar-lhe, até que não houvesse mais nenhuma gota de sêmen sequer naquele falo tão bem conhecido por seu corpo inteiro.

KyuHyun não se aguentou mais em pé, e com isso ajoelhou-se a frente de DongHae, que segurou-lhe o rosto. O mais novo abriu os olhos e fitou aquelas orbes negras tão lindas e sorriu fraco. Sabia que nunca seria o que o namorado dele era, mas ao menos era a maior fonte de prazer que ele teria. 
Postado por Scarlett Lefévre às 14:52

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